TESTEMUNHOS SOBRE A ESPIONAGEM DURANTE A “GUERRA FRIA” DESCLASSIFICADOS

fonte: The Public Record, 24/10/2008.

Today, in response to a petition filed by the National Security Archive and several historical associations, the National Archives and Records Administration (NARA) released the previously secret grand jury transcripts of eight witnesses related to Cold War espionage prosecutions. The nearly 300 pages of transcripts from the Brothman/Moskowitz grand jury reveal important new details about the testimony of Elizabeth Bentley, the so-called “Red Spy Queen,” and Harry Gold, who led authorities to David Greenglass and the Rosenbergs. In addition, NARA released the testimonies of Vivian Glassman, Edith Levitov, and Frank Wilentz from the Rosenberg grand jury.

“The release of these additional grand jury records marks an important victory for historians, archivists, and the American people,” stated Meredith Fuchs, the National Security Archive’s General Counsel. “It adds to the historical record on the most important espionage trial in American history, which was a defining moment of the Cold War, and helps us better understand how our society responded to the threat of Soviet espionage.”

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fonte: http://www.maismemoria.org

O governo de Salazar criou, pelo Decreto-Lei n.º 26 539, de 23 de Abril de 1936, a Colónia Penal do Tarrafal, na Ilha de Santiago, em Cabo Verde. A 18 de Outubro de 1936 partiram de Lisboa os primeiros 152 presos políticos portugueses, que ali desembarcaram no dia 29 de Outubro de 1936, tendo sido obrigados a construir o campo de concentração onde ficaram encarcerados. Durante o período de existência da Colónia Penal do Tarrafal – que os presos baptizaram de “Campo da Morte Lenta” – perderam ali a vida 32 resistentes anti-fascistas.
Fechado em 1954, em consequência da pressão nacional e internacional, o Tarrafal foi reaberto nos anos 60, sob a denominação eufemística de Colónia Penal de Chão Bom – desta vez para albergar patriotas em luta pela ndependência de Angola, Guiné e Cabo Verde. Só viria a ser encerrado após o 25 de Abril de 1974.
Edmundo Pedro, então com 17 anos de idade, era um desses primeiros 152 deportados que aportaram ao Tarrafal. Recentemente, sugeriu que esse dia fosse escolhido para Dia da Memória dos Resistentes e das Vítimas da Ditadura – proposta imediatamente aceite pela Direcção da Associação-Movimento Cívico Não Apaguem a Memória.
Sendo o campo de concentração do Tarrafal uma memória comum dos resistentes portugueses e dos patriotas das colónias, consideramos que a sua história e as suas vítimas devem ser evocadas em conjunto. Esse o sentido do Colóquio Tarrafal: uma prisão, dois continentes que neste 29 de Outubro de 2008
organizamos.
ASSOCIAÇÃO-MOVIMENTO CÍVICO NÃO APAGUEM A MEMÓRIA!
http://www.maismemoria.org
Colóquio Internacional Tarrafal: uma prisão, dois continentes

29 de Outubro de 2008
Dia da Memória dos Resistentes e das Vítimas da Ditadura
Auditório da Assembleia da República

PROGRAMA
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fonte: Fundação Mário Soares

O Presidente da Fundação Mário Soares convida V.Exa. para assistir à cerimónia de assinatura do Protocolo de recepção da Colecção António Pedro Vicente, que terá lugar na próxima 5.ª feira, dia 30 de Outubro de 2008, às 15.00 horas. Auditório daFundação Mário Soares Rua de São Bento, 160

CENTENÁRIO DA REPÚBLICA A COLECÇÃO ANTÓNIO PEDRO VICENTE
O Professor Doutor António Pedro Vicente reuniu, ao longo de cerca de quarenta anos, uma colecção iconográfica sobre a República, que criteriosa e sistematicamente organizou,classificou e preservou. Essa colecção, que se estende das últimas décadas do séc. XIX até ao período da Ditadura Militar, constitui um acervo único por virtude da variedade e raridade das peças, documentos e imagens que a integram.
A referida colecção foi objecto, em 5 de Outubro de 2002, de um contrato de doação entre o Professor Doutor António Pedro Vicente e sua mulher Dra. Ana Lowndes Marques Vicente, e a Câmara Municipal de Aveiro, com vista à constituição do núcleo central do Museu da República Arlindo Vicente; O certo, porém, é que, a 21 de Setembro de 2006, o contrato acima mencionado foi resolvido, já que o Município de Aveiro «não logrou concretizar a montagem e abertura do Museu» e «não dispõe de meios para criar as condições essenciais à abertura e manutenção do Museu», tendo em consequência a colecção sido devolvida aos doadores.
O Professor Doutor António Pedro Vicente e sua mulher, Dra. Ana Lowndes Marques Vicente, entendem, como legítimos proprietários e possuidores da referida colecção, dar-lhe um destino que, salvaguardando a sua unidade, possa assegurar a devida função pedagógica, que valorize os aspectos cultural e cívico desse período da nossa História recente.
O Professor Doutor António Pedro Vicente e sua mulher, Dra. Ana Lowndes Marques Vicente, reconhecem o interesse em que a colecção possa passar a fazer parte do património da Fundação Mário Soares, instituição que vem desenvolvendo um trabalho continuado no domínio da salvaguarda da memória histórica do País, essencial à preservação da sua identidade cultural.

fonte: Labourhistory.net

International Rosa Luxemburg Society

Dear Colleagues,

our 16th International Rosa Luxemburg Conference in cooperation with the Rosa-Luxemburg-Foundation Berlin – will be held on Friday, 16st and Saturday, 17nd January 2009 in Berlin, Germany

Introductory Lectures

* Prof. Dr. Narihiko ITO (Japan): Rosa Luxemburg’s Concept of Socialism

* Dr. Evelin Wittich (Germany): The Response to Life and Work of Rosa Luxemburg in South-Africa and Latin America

Further fields of subject:

* Klaus Gietinger (Germany): The Political Background of Rosa Luxemburg’s Murder

* Recent findings on life and work of Rosa Luxemburg with lecturers from Brasilia, China, The Netherlands, Norway, Poland, Russia, Switzerland, Germany (I. Loureiro, He Ping, Wang Xuedong, Zhang Wenhong, M. Kraetke, T. Storlokken, F. Tych, J. Drabkin, S. Kretinjin, A. Vatlin, J.-F- Fayet, A. Laschitza, J. Schuetrumpf, F. Wilde) Since the participation of students from Berlin high schools und universities is planned the schedule for lectures will be limited.

Venue: Auditorium of the Rosa-Luxemburg-Foundation, Franz-Mehring-Platz 1, 10243 Berlin, Germany Working Languages: German, English

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Verifiquei que o email estudossobrecomunismo@yahoo.com ainda era utilizado por alguns dos leitores dos ESC, em parte porque é o email que aparece nalgumas revistas internacionais. O resultado é que algum correio ficou sem resposta atempada e perdeu a oportunidade. Agradecia que fosse utilizado apenas o actual email dos ESC: jppereira@gmail.com.

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Please note that the email estudossobrecomunismo@yahoo.com is not in use. Any mail must be sent to the present email: jppereira@gmail.com

Apresentação a Karl Marx, Manifesto do Partido Comunista / Manuscritos Económico-Filosóficos de 1844 / O Capital (Edição Popular), 2008 (edição internacional distribuída pelo Diário de Notícias).

1. Após mais de 150 anos a dominar o mundo, sim o mundo, como poucos, para onde foi Karl Marx depois de cair o último muro que defendia o “seu” território em 1989? O corpo maciço, peito, cabelo e barbas abundantes, sólido como um rochedo, pousado sobre a pedra com um centro de gravidade seguro, só parecido no bronze com o Balzac de Rodin, foi, em muitas terras do “socialismo real”, retirado da peanha e levada para esses “museus do comunismo” que atraem turistas americanos nas capitais do lado de lá do Muro. Como o seu túmulo verdadeiro estava escondido num cemitério suburbano de Londres, onde ocasionalmente delegações búlgaras ou mongóis deixavam um ramo de flores, eram essas estátuas a personificação do poder real da personagem, uma das que mais alto marca o século XIX e o século XX. Por onde anda hoje aquele que os maoístas peruanos chamavam a “primeira espada”?

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Esta edição das obras de Stalin em língua inglesa, a última realizada em sua vida, foi um presente do PC Chinês a uma delegação do PC(ML)P que no final dos anos setenta visitou a China a seu convite (os livros foram-me oferecidos por Jorge Rocha, dirigente do partido e membro da delegação). Em breve publicarei as notas das conversações realizadas durante os encontros entre as duas delegações.

Na colecção EXTREMÓFILOS,  o segundo volume (após O Um Divide-se em Dois que estará nas livrarias por volta do dia 15 de Julho) deverá ser também de minha autoria e terá como título provisório Publicações Clandestinas e do Exílio Ligadas a Movimentos Radicais de Esquerda Cultural e Política (1964-1974). Este estudo inclui uma bibliografia detalhada sobre estas publicações, com uma relação de todos os seus números para permitir um conhecimento  do conjunto das publicações. Dada a sua natureza clandestina, são raras as colecções completas e exemplares dispersos encontram-se  em  arquivos como o Centro 25 de Abril, a Fundação Mário Soares, o meu próprio arquivo,  e muitas estão em mãos  privadas. Para completar as referências fazia aqui um pedido de ajuda aos leitores dos Estudos sobre o Comunismo para me emprestarem, permitirem a fotocópia ou a consulta, dos seguintes exemplares que não consegui encontrar:

– Revista Alavanca do Centro Outubro editada em Paris, números 1 a 5.

Vanguarda, orgão da Liga para a Construção do Partido Revolucionário, todos os números anteriores ao 11 (de Julho de 1974).

A Voz do Povo, Orgão dos Trabalhadores Portugueses na Emigração, números de 1 a 5, 7, 9 em diante.

Qualquer outra informação suplementar sobre estes ou outros jornais clandestinos da extrema-esquerda é bem-vinda.