fonte: BP Braga

SOUS LES PAVÉS, LA PLAGE

Maio de 68 na Biblioteca

Na sua secção Destaque, a Biblioteca Pública de Braga apresenta até ao fim do mês uma pequena mostra bibliográfica relativa ao Maio de 68 em França, incluindo alguns textos inspirados pela revolta.

As obras publicadas em Portugal naquele ano e nos subsequentes, de que a seguir se apresenta a listagem, constaram todos da lista dos “Livros proibidos no regime fascista”, por isso a sua circulação foi restrita.

Já na década de 70, em ensaio de António José Saraiva, “Maio e a crise da civilização burguesa” suscitou forte polémica, bem como um outro ensaio de Maio de Sottomayor Cardia sobre o tema.

As crises estudantis que à época se viveram, sobretudo em Coimbra e Lisboa, mostraram igualmente alguns títulos que se podem observar no local.

A exposição completa-se com algumas revistas francesas e portuguesas actuais que dedicaram dossiers ao tema, bem como com as capas de 2 CDs que nos recordam as canções que então mais se ouviram.

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MAIO DE 1968 VISTO DE BERKELEY

fonte: UCBerkeleyNews

Sobre a exposição de fotografias de Maio 1968: “Protest in Paris 1968: Photographs by Serge Hambourg”, Berkeley Art Museum

, Anniversary of a rebellion. What veteran of ’60s protests can view Serge Hambourg’s photos and not murmur, ‘We’ll always have Paris’? , 19/3/2008.

Most Americans look back on 1968 with characteristic parochialism, as a year of largely domestic tribulations and (occasional) triumphs: the assassinations, two months apart, of RFK and MLK; the political theater and police violence surrounding the Democratic convention in Chicago; the hard-fought race for the presidency that brought Richard Nixon the prize he had so long sought. Even the year-end excursion into lunar orbit by the crew of Apollo 8, which yielded an epochal photo of our borderless One World brightening the darkest gloom of space, is viewed as a quintessentially American achievement.

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fonte: MRR, corrige esta nota.

ABRIL

Dia 15 (Terça) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 – Lançamento da revista «A comuna dedicada ao Maio de 68» apresentada por Mário Tomé

MAIO

Dia 6 (Terça) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 «Luta estudantil no pós 25 de Abril» por Dr. Rui Faustino

Dia 14 (Quarta) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 «Reflexão sobre o Maio de 1968» pela Dra. Eduarda Dionísio

Dia 19 (Segunda) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 – Conferência «A Crise Académica de 61/62 anuncia o Maio de 68» por Hélder Costa

fonte: os organizadores

MAIO’ 68

POLÍTICA|TEORIA|HISTÓRIA


Colóquio Internacional

Lisboa, 11 e 12 de Abril de 2008

Instituto Franco-Português

Av. Luís Bívar, 91 | METRO: São Sebastião – Campo Pequeno.

Tradução Simultânea

Entrada Livre

Mais informações: lisboa1968@gmail.com | (+351) 213111468

Organização

Instituto Franco-Português

Instituto de História Contemporânea

Le monde diplomatique – edição portuguesa

Apoios: FCT | Fábrica de Braço de Prata | Goethe Institut | Antígona



Maio de 1968. Em Paris anuncia-se o início de uma luta prolongada. Quatro décadas depois, este colóquio internacional reúne um conjunto de reputados intelectuais cujas investigações permitiram voltar a olhar para 1968 nas suas mais variadas dimensões. Levando o debate mais além das repetidas alusões ao cariz geracional e estudantil da revolta, mapeando 1968 para lá das fronteiras da França, o colóquio confronta a importância de 1968 na emergência de novas subjectividades políticas, analisa a dimensão de luta de classes que atravessa o período e discute a persistência de Maio’68 nos conflitos políticos contemporâneos.

Os coordenadores,

Bruno Peixe (NÚMENA)

Luís Trindade (IHC-UNL/U.Birkbeck)

José Neves (ICS-UL)

Ricardo Noronha (IHC-UNL)

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fonte: Mission CAARME / GERME

“A la redécouverte des mouvements étudiants des années 68”

Colloque organisé par le GERME (Groupe d’études et de recherche sur les mouvements étudiants) et la Mission CAARME (vers la création, à Reims, d’un Centre d’animation, d’archives et de recherches sur les mouvements étudiants)
Vendredi 26 et samedi 25 janvier 2008, Auditorium de la présidence de l’Université de Reims – Champagne-Ardenne, Villa Douce, 9, boulevard de la Paix, Reims.

Vendredi 25 janvier 2008

10h30 : Ouvertures : Université de Reims – Champagne-Ardenne, Ville de Reims, Mission CAARME, GERME

11h : Introductions

Jean-Philippe Legois (Mission CAARME/GERME) : bilans et perspectives de dix ans de recherches collectives sur les mouvements étudiants des années 68 autour du GERME

Jean-Philippe Legois (Mission CAARME/GERME) / Robi Morder (GERME) : de la liaison étudiants-ouvriers

13h45 : territoires, terreaux et terrains

Sonia Bruneau (doctorante en histoire du cinéma, Université de Paris 3) : l’IDHEC (ex-FEMIS) dans les années 68 : quand les étudiants cessent d’étudier Philippe Péchoux (ADIAMOS) : le mai étudiant dijonnais

Jérôme Aust (chargé de recherche CSO-FNSP) : les mouvements étudiants et l’institution universitaire dans le mai lyonnais Niek Pas (Institut d’études des media, Université d’Amsterdam) : le mouvement étudiant néerlandais des sixties: les universités catholiques de province (Nijmegen, Tilburg) face à Amsterdam (1961-1969) Caroline Rolland-Diamond (maître de conférences, Université de Paris X Nanterre, Laboratoire CREA – EA 370) : au-delà du Vietnam : enjeux locaux du mouvement étudiant dans l’Amérique urbaine des années 68

17h30 : de l’alchimie militante (prélude) Jacques Sauvageot (ancien président de l’UNEF en 1968) : les ESU et le mouvement étudiant dans les années 68

18h45 : réception et présentation de la base de données « Journal [électronique] de la Commune étudiante » en présence d’Alain Schnapp, co-auteur avec Pierre Vidal-Naquet de l’ouvrage éponyme (éd. du Seuil, 1969) et professeur d’archéologie grecque à l’Université de Paris 1, et des différentes institutions patrimoniales partenaires (Archives municipales de Lyon, Bibliothèque de documentation internationale contemporaine, Centre d’histoire sociale du XXe siècle, Mission CAARME).