10-06-2009 (7)

Margit Schiller , Remembering the Armed Struggle Life in Baader-Meinhof , Zidane Press, 2009.

COLHEITA1 (4) (2)

Anne Steiner , Loïc Debray, RAF – Guerilla urbaine en Europe occidentale, L’échappée, 2006.

Cópia de 3-Fev-09 Fotografia (3) 09
P. Mario Fasanotti, Valeria Gandus, Bang Bang. Gli altri delitti degli anni di piombo, Tropea, 2004.

Acabou de ser publicado em edição conjunta da Dinossauro / Abrente Editora uma colectãnea de textos de Francisco Martins Rodrigues que inclui memórias inéditas (escritas em 2006) sobre os seus tempos de funcionário clandestino do PCP e as suas primeiras prisoes. Em anexo, republica-se o relatório que escreveu sobre a tortura de sono (1966) e a defesa em Tribunal (1970).

Num suplemento especial que lhe dedicou a revista Política Operária (115, Maio/Junho 2008 ) de que tinha sido director, há um texto inédito intitulado “Duas correntes na resistência ao fascismo” sobre a cisão com o PCP.

O Combate constitui um repertório indispensável para quem se interesse pelas lutas sociais em Portugal em 1974-1975 ou, mais amplamente, pelo movimento da classe trabalhadora contra todas as formas de capitalismo, tanto privado como de Estado. A colecção completa deste jornal está agora disponível aqui.

O jornal Combate foi publicado em Portugal, no âmbito das inúmeras iniciativas políticas e populares que se seguiram ao derrube do fascismo em 25 de Abril de 1974 e que durante um ano e meio transformaram o que começara por ser um golpe militar num ensaio de profunda reorganização social. O nº 1 do Combate, acompanhado do Manifesto de lançamento, tem a data de 21 de Junho de 1974 e o último número, o nº 51, tem a data de Fevereiro de 1978. Até ao nº 10, de 8 de Novembro de 1974, o Combate foi semanário. Do nº 11, de 22 de Novembro de 1974, até ao nº 47, de 22 de Outubro de 1976, a periodicidade tornou-se quinzenal, embora com algumas falhas. A partir do nº 48, de Fevereiro de 1977, e até ao fim o Combate reduziu o formato, adoptou um modelo de revista e não conseguiu manter uma periodicidade regular.

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fonte: Matthias Dahlke: Rezension zu: Pekelder, Jacco: Sympathie voor de RAF. De Rote Armee Fraktion in Nederland, 1970-1980. Amsterdam 2007. In: H-Soz-u-Kult, 07.03.2008, <http://hsozkult.geschichte.hu-berlin.de/rezensionen/2008-1-191>.

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Jacco Pekelder, Sympathie voor de RAF. De Rote Armee Fraktion in Nederland, 1970-1980,

Amsterdam, Mets & Schilt, 2007

Die Niederlande stehen aus der Sicht vieler Deutscher eher für Tulpen, Käse und Fahrräder als für politische Gewalt und Terrorismus. Die deutsch-niederländischen Beziehungen sind beiderseits geprägt von Klischees, die auf ein geringes Maß an Gemeinsamkeiten hinzuweisen scheinen. Jacco Pekelder zeigt überzeugend, dass der „Deutsche Herbst“ und der „Holländische Herbst“ (S. 275), wie er die blutige Festnahme und Haft dreier RAF-Mitglieder in den Niederlanden nennt, eng miteinander verflochten waren. Nicht zuletzt wurde Hanns Martin Schleyer auch einige Zeit in Den Haag versteckt.

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Fonte: labnet@lists.labourhistory.net
 
 

Anne Morelli / José Gotovitch (dir.), Contester dans un pays prospère: L’extrême gauche en Belgique et au Canada, Peter Lang: Bruxelles, Bern, Berlin, Frankfurt am Main, New York, Oxford, Wien, 2007. 247 p.

Qu’une population réduite à un état de misère conteste sa situation sociale et revendique de meilleures conditions de vie semble normal. En revanche, pourquoi dans des pays prospères, comme le Canada et la Belgique, pétris de tradition religieuse et bien protégés socialement, retrouve-t-on les contestataires radicaux ? Il peut sembler paradoxal de trouver dans ces pays, par ailleurs imprégnés de conservatisme, des librairies alternatives, des groupes communistes et anarchistes, des journaux d’opposition radicale, des altermondialistes, etc. De l’anarcho-syndicalisme au syndicalisme révolutionnaire, du nationalisme égalitariste à Mai 68, de la lutte pour les droits des sans-papiers à l’action des chômeurs, de multiples formes d’actions et d’organisations se sont développées qui confèrent à la notion d’extrême-gauche des sens fort divers, qu’aucune définition ne permet de cibler exactement.

Qui compose et dirige ces groupes ? Dans quelles traditions s’enracinent-ils ? Quels liens entretiennent-ils avec les classes populaires, avec une classe ouvrière souvent peu critique envers le système ? Les schémas idéologiques classiques permettent-ils d’en saisir la nature et leur place dans l’histoire ? Cet ouvrage, à travers les travaux et comparaisons de chercheurs belges et canadiens, explore un concept indécis, qui traverse les modes et exprime une volonté indéracinable de bousculer les « vieux mondes ».

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A recente publicação do livro Conquistadores de Almas de autoria de Pinto de Sá gerou uma discussão que se tem centrado no Público, embora também se tenha verificado nos blogues (numa ocasião posterior farei uma listagem do debate nos blogues). Aqui se reproduzem algumas peças dessa polémica, as que não estão acessíveis em linha.

 

1- José Manuel Fernandes – A abjecção sob a forma de livro de memórias (Público, 13 de Agosto de 2006)

2 – Editora “Guerra e Paz” – Público ataca Conquistadores de Almas (16 de Agosto de 2006)

3- Pinto de Sá – Resposta a José Manuel Fernandes sobre a abjecção em forma de livro (Público , 20 de Agosto de 2006)

4 – José Manuel Fernandes – Os equí­vocos de Pinto de Sá, ou como assumir o passado não implica legitimar o erro (Público, 20 de Agosto de 2006)

5 – Joffre Justino – O “caso” Pinto de Sá

6 – Rui Bebiano – Regresso ao Passado, Terceira Noite

7 – Pinto de Sá – Resposta aos ataques de José Manuel Fernandes a propósito do livro “Conquistadores de Almas”, Conquistadores de Almas

 

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