fonte: ICS

Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

PALESTRA

Bruno Bosteels

(Cornell University)

10 de Abril 2008 – 18h Sala Polivalente

ALAIN BADIOU, A CAMINHO DE UMA NOVA TEORIA DO SUJEITO

Autor dos livros Badiou and Politics e Alain Badiou o el recomienzo del materialismo dialéctico, Bruno Bosteels realizou o seu doutoramento na University of Pennsylvannia e foi professor em Harvard e em Columbia. Actualmente é professor na Cornell University. Entre as suas principais áreas de interesse contam-se a literatura e a cultura sul-americanas, mas tem igualmente investigado temas como os movimentos radicais dos anos 60 e 70, o dandismo e anarquia na viragem do século XIX para o século XX ou a recepção de Marx e Freud na América Latina. Também editor da revista Diacritics, Bosteels tem publicado vários artigos sobre filosofia europeia contemporânea, acompanhando muito particularmente a filosofia de Alain Badiou.

Av. Prof. Aníbal de Bettencourt, nº 9 – 1600 – 189 Lisboa

Tel: (351) 21 7804700


fonte: MRR, corrige esta nota.

ABRIL

Dia 15 (Terça) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 – Lançamento da revista «A comuna dedicada ao Maio de 68» apresentada por Mário Tomé

MAIO

Dia 6 (Terça) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 «Luta estudantil no pós 25 de Abril» por Dr. Rui Faustino

Dia 14 (Quarta) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 «Reflexão sobre o Maio de 1968» pela Dra. Eduarda Dionísio

Dia 19 (Segunda) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 – Conferência «A Crise Académica de 61/62 anuncia o Maio de 68» por Hélder Costa

DEBATES SOBRE 1968 EM BERLIM

fontes: H/Soz/U/Kult

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’68 – Brennpunkt Berlin

Als deutsche Studenten vor 40 Jahren auf die Straße gingen, richtete sich ihr Protest nicht nur gegen den Krieg in Vietnam. Was die vielschichtige politische Bewegung zugleich einte, war ihre Auflehnung gegen die damals herrschenden sozialen, gesellschaftlichen und kulturellen Normen der Bundesrepublik. Mit einer Gesprächsreihe von Februar bis Mai 2008 zur Ausstellung „’68 – Brennpunkt Berlin“ nimmt die Bundeszentrale für politische Bildung die Nachwirkungen der 68er-Revolte in den Blick. Welche Langzeitfolgen hatte die Bewegung? Wenn die Veränderungen wirklich so tiefgreifend waren, wie häufig behauptet wird, in welchen Bereichen von Politik, Gesellschaft und Kultur sind sie dann heute noch zu spüren? Insgesamt neun Podien mit Zeitzeugen, Experten, Autoren und Künstlern bewerten die Ereignisse aus verschiedenen Perspektiven und schlagen eine Brücke von ’68 in die Gegenwart: Was bleibt 40 Jahre später?

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ZAPATISMO, PODER E ESTADO (ISCTE, 9 DE ABRIL DE 2008)

fonte: organizadores

Seminário com JOHN HOLLOWAY

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ISCTE | Auditório B203 | 9 DE ABRIL 2008 | 18:00

 

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O levantamento zapatista mudou a ideia de transformação social radical, constituindo-se como um desafio prático e teórico que exige reflexão e debate. O que pode significar querer mudar o mundo sem tomar o poder? O que é uma política de dignidade? O que significa afirmar “caminhamos perguntando”? Que sentido pode adquirir o zapatismo na cidade? É sobre estas questões que se debruçará o seminário.

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John Holloway nasceu em Dublin. Professor da Universidade de Edimburgo desde 1972, é desde os anos 70 um dos mais destacados dinamizadores da corrente conhecida como Open Marxism. Actualmente é professor na Benemérita Universidad Autónoma de la ciudad de Puebla, no México. Publicou livros e ensaios em vários países, de Post Fordism and Social Form – a Marxist debate on the Post-Fordism State até Zapatista! Reinventing revolution in México. Em 2002 publicou Changing the World without Taking Power – The Meaning of Revolution Today, livro também publicado no Brasil com o título Mudar o Mundo sem Tomar o Poder – O Significado da Revolução Hoje. Este livro, ao colocar em cima da mesa questões tais como a crise do sujeito revolucionário “clássico”, a crítica da noção de revolução enquanto estrutura de poder e dominação, a centralidade do trabalho abstracto na ideia estatocêntrica de revolução ou, ainda, a ideia de autonomia como forma política anti-totalizadora do sujeito transformador, colocou o pensamento de John Holloway no centro de um intenso e polémico debate político e teórico, travado desde a França até à Argentina.

Organização

Centro de Estudos de Antropologia Social / ISCTE

Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa / ISCTE

Le monde diplomatique – edição portuguesa

Apoio

Fundação para a Ciência e Tecnologia

INSCRIÇÕES ATÉ DIA 7 DE ABRIL

Por e-mail para: ceas@iscte.pt

[Entrada gratuita. Lugares limitados]

[Confere certificado]

 

[John Holloway intervirá em espanhol]

 

[Será previamente fornecido aos inscritos um texto de John Holloway]

fonte: os organizadores

MAIO’ 68

POLÍTICA|TEORIA|HISTÓRIA


Colóquio Internacional

Lisboa, 11 e 12 de Abril de 2008

Instituto Franco-Português

Av. Luís Bívar, 91 | METRO: São Sebastião – Campo Pequeno.

Tradução Simultânea

Entrada Livre

Mais informações: lisboa1968@gmail.com | (+351) 213111468

Organização

Instituto Franco-Português

Instituto de História Contemporânea

Le monde diplomatique – edição portuguesa

Apoios: FCT | Fábrica de Braço de Prata | Goethe Institut | Antígona



Maio de 1968. Em Paris anuncia-se o início de uma luta prolongada. Quatro décadas depois, este colóquio internacional reúne um conjunto de reputados intelectuais cujas investigações permitiram voltar a olhar para 1968 nas suas mais variadas dimensões. Levando o debate mais além das repetidas alusões ao cariz geracional e estudantil da revolta, mapeando 1968 para lá das fronteiras da França, o colóquio confronta a importância de 1968 na emergência de novas subjectividades políticas, analisa a dimensão de luta de classes que atravessa o período e discute a persistência de Maio’68 nos conflitos políticos contemporâneos.

Os coordenadores,

Bruno Peixe (NÚMENA)

Luís Trindade (IHC-UNL/U.Birkbeck)

José Neves (ICS-UL)

Ricardo Noronha (IHC-UNL)

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fonte: Museu da República e da Resistência

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Dia 6 (Terça) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 «Lutas estudantis no pós-25 de Abril» por Dr. Rui Faustino

Dia 8 (Quinta) 19.00h – Comemorações dos 50 anos da Campanha Presidencial do General Humberto Delgado – Inauguração da Exposição Bio-Bibliográfica «Humberto Delgado»

Dia 9 (Sexta) 18.30h – Comemorações dos 50 anos da Campanha Presidencial do General Humberto Delgado «A Campanha Presidencial de Humberto Delgado na Imprensa Portuguesa» pela Prof. Dra. Nair Alexandra

Dia 10 (Sábado) 16.00h – Homenagem a Manuela Azevedo

Dia 13 (Terça) 18.30 – Comemorações dos 50 anos da Campanha Presidencial do General Humberto Delgado – Conferência «Henrique Galvão e o candidato Humberto Delgado» pelo Mestre Eugénio Montoito

Dia 14 (Quarta) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 «Reflexão sobre o Maio de 1968» pela Dra. Eduarda Dionísio

Dia 17 (Sábado) 15.00h – Comemorações dos 50 anos da Campanha Presidencial do General Humberto Delgado Inauguração Exposição Fotográfica sobre a Campanha Presidencial de Humberto Delgado nas Beiras e em Trás-os-Montes

Dia 17 (Sábado) 16.00h – Conferência «A Campanha Presidencial de Humberto Delgado nas Beiras e em Trás-os-Montes» pelo Dr. Miguel Ramalho

Dia 19 (Segunda) 18.30h – Comemorações dos 40 anos do Maio de 68 – Conferência «A Crise Académica de 61/62 anuncia o Maio de 68» por Hélder Costa

Dia 28 (Quarta) 18.30h – «O 28 de Maio de 1926» pelo Professor Doutor Fernando Rosas

Dia 30 (Sexta) 18.30h – Comemorações dos 50 anos da Campanha Presidencial do General Humberto Delgado «A campanha Presidencial de Humberto Delgado em Lisboa» pela Dra. Iva Delgado – Fundação Humberto Delgado

Biblioteca Museu República e Resistência
Rua Alberto de Sousa, nº 10 A
Telf.: 217802760 Fax.: 217802788
bib.republica@cm-lisboa.pt
http://republicaresistencia.cm-lisboa.pt

NACIONALISMO E COMUNISMO

fonte: IALHI News

Eastern European History and Eastern European Studies

University of Amsterdam, 25 April 2008

After the fall of the Berlin Wall in 1989 nationalism suddenly resurfaced in Eastern Europe, or so the common wisdom goes. This implies communism and nationalism have little to do with each other. In reality, the communist regimes of Europe all flew the national flag in order to gain popular legitimacy. After 1948, the People’s Republics of Central and Eastern Europe constructed the state ideology of ‘Socialist Patriotism’, a conscious blend of national and socialist imagery. Parties presented themselves as heirs to national traditions, and as guardians of national interests. They appropriated national symbols and heroes, and pursued ‘national’ policies whenever possible. This was not just the case in Europe. From Cuba to Korea, communist parties and states presented themselves as patriots. A national communist self-image was not the exception, but the rule. It is surprising that the communist “invention of tradition” and the socialist “imagined community” have been studied relatively little. Though there is an extensive body of literature on the relationship between communism and nationalism, the national element in communist ideology has on the whole remained from view.

This has changed in recent years. Independent of one another, several excellent studies have been published on attempts by communists in individual countries to gain national legitimacy. This informal workshop aims to be a first step towards a more comprehensive view. Students of nationalism, historians of communism, specialists on Cold War history, as well as country or regional experts, are invited to give their opinion.
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fonte: Mission CAARME / GERME

“A la redécouverte des mouvements étudiants des années 68”

Colloque organisé par le GERME (Groupe d’études et de recherche sur les mouvements étudiants) et la Mission CAARME (vers la création, à Reims, d’un Centre d’animation, d’archives et de recherches sur les mouvements étudiants)
Vendredi 26 et samedi 25 janvier 2008, Auditorium de la présidence de l’Université de Reims – Champagne-Ardenne, Villa Douce, 9, boulevard de la Paix, Reims.

Vendredi 25 janvier 2008

10h30 : Ouvertures : Université de Reims – Champagne-Ardenne, Ville de Reims, Mission CAARME, GERME

11h : Introductions

Jean-Philippe Legois (Mission CAARME/GERME) : bilans et perspectives de dix ans de recherches collectives sur les mouvements étudiants des années 68 autour du GERME

Jean-Philippe Legois (Mission CAARME/GERME) / Robi Morder (GERME) : de la liaison étudiants-ouvriers

13h45 : territoires, terreaux et terrains

Sonia Bruneau (doctorante en histoire du cinéma, Université de Paris 3) : l’IDHEC (ex-FEMIS) dans les années 68 : quand les étudiants cessent d’étudier Philippe Péchoux (ADIAMOS) : le mai étudiant dijonnais

Jérôme Aust (chargé de recherche CSO-FNSP) : les mouvements étudiants et l’institution universitaire dans le mai lyonnais Niek Pas (Institut d’études des media, Université d’Amsterdam) : le mouvement étudiant néerlandais des sixties: les universités catholiques de province (Nijmegen, Tilburg) face à Amsterdam (1961-1969) Caroline Rolland-Diamond (maître de conférences, Université de Paris X Nanterre, Laboratoire CREA – EA 370) : au-delà du Vietnam : enjeux locaux du mouvement étudiant dans l’Amérique urbaine des années 68

17h30 : de l’alchimie militante (prélude) Jacques Sauvageot (ancien président de l’UNEF en 1968) : les ESU et le mouvement étudiant dans les années 68

18h45 : réception et présentation de la base de données « Journal [électronique] de la Commune étudiante » en présence d’Alain Schnapp, co-auteur avec Pierre Vidal-Naquet de l’ouvrage éponyme (éd. du Seuil, 1969) et professeur d’archéologie grecque à l’Université de Paris 1, et des différentes institutions patrimoniales partenaires (Archives municipales de Lyon, Bibliothèque de documentation internationale contemporaine, Centre d’histoire sociale du XXe siècle, Mission CAARME).

Fonte: labnet@lists.labourhistory.net
 
 

Anne Morelli / José Gotovitch (dir.), Contester dans un pays prospère: L’extrême gauche en Belgique et au Canada, Peter Lang: Bruxelles, Bern, Berlin, Frankfurt am Main, New York, Oxford, Wien, 2007. 247 p.

Qu’une population réduite à un état de misère conteste sa situation sociale et revendique de meilleures conditions de vie semble normal. En revanche, pourquoi dans des pays prospères, comme le Canada et la Belgique, pétris de tradition religieuse et bien protégés socialement, retrouve-t-on les contestataires radicaux ? Il peut sembler paradoxal de trouver dans ces pays, par ailleurs imprégnés de conservatisme, des librairies alternatives, des groupes communistes et anarchistes, des journaux d’opposition radicale, des altermondialistes, etc. De l’anarcho-syndicalisme au syndicalisme révolutionnaire, du nationalisme égalitariste à Mai 68, de la lutte pour les droits des sans-papiers à l’action des chômeurs, de multiples formes d’actions et d’organisations se sont développées qui confèrent à la notion d’extrême-gauche des sens fort divers, qu’aucune définition ne permet de cibler exactement.

Qui compose et dirige ces groupes ? Dans quelles traditions s’enracinent-ils ? Quels liens entretiennent-ils avec les classes populaires, avec une classe ouvrière souvent peu critique envers le système ? Les schémas idéologiques classiques permettent-ils d’en saisir la nature et leur place dans l’histoire ? Cet ouvrage, à travers les travaux et comparaisons de chercheurs belges et canadiens, explore un concept indécis, qui traverse les modes et exprime une volonté indéracinable de bousculer les « vieux mondes ».

Contenu :

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