fonte: Matthias Dahlke: Rezension zu: Pekelder, Jacco: Sympathie voor de RAF. De Rote Armee Fraktion in Nederland, 1970-1980. Amsterdam 2007. In: H-Soz-u-Kult, 07.03.2008, <http://hsozkult.geschichte.hu-berlin.de/rezensionen/2008-1-191>.

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Jacco Pekelder, Sympathie voor de RAF. De Rote Armee Fraktion in Nederland, 1970-1980,

Amsterdam, Mets & Schilt, 2007

Die Niederlande stehen aus der Sicht vieler Deutscher eher fr Tulpen, Kse und Fahrrder als fr politische Gewalt und Terrorismus. Die deutsch-niederlndischen Beziehungen sind beiderseits geprgt von Klischees, die auf ein geringes Ma an Gemeinsamkeiten hinzuweisen scheinen. Jacco Pekelder zeigt berzeugend, dass der Deutsche Herbst und der Hollndische Herbst (S. 275), wie er die blutige Festnahme und Haft dreier RAF-Mitglieder in den Niederlanden nennt, eng miteinander verflochten waren. Nicht zuletzt wurde Hanns Martin Schleyer auch einige Zeit in Den Haag versteckt.

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fonte: projet GEME

(PNG)Le projet de Grande dition de Marx et dEngels en franais, la GEME, se propose de raliser le projet jusquici souvent initi mais jamais abouti dune dition complte des oeuvres des deux auteurs, ainsi que des outils ncessaire au travail scientifique sur leurs crits (index des concepts, etc). Aujourdhui, ce travail est notamment rendu possible grce au projet Marx-Engels Gesamtausgabe (MEGA), qui a publi prs de soixante tomes des crits de Marx et Engels, soit plus de la moiti de lensemble prvu.

Cette initiative est conduite en partenariat avec les ditions sociales, lassociation GEME, lUniversit de Bourgogne et la Fondation Gabriel Pri.

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O PCP fez anos e deu um presente ao pas: a colocao na Internet da coleco completa do Avante! clandestino. Fez ainda mais: trabalhou a coleco, indexou-a, e procurou tornar visveis nmeros que eram impressos em papel escuro que os tornavam quase impossveis de reproduzir. uma obra colossal de dedicao e esforo, um verdadeiro servio pblico, que vamos ficar a dever a um partido poltico numa altura em que poucos cumprem funes cvicas. A importncia do acto muito relevante para toda a histria do sculo XX que pura e simplesmente no se pode fazer sem o Avante!. E tambm um acto com significado poltico: pela primeira vez, o PCP coloca disposio de todos um aspecto relevante da sua histria sem o censurar de tudo aquilo que entra em choque com a sua histria oficial. S existia um precedente, embora imperfeito, na edio do primeiro volume das obras escolhidas de Cunhal. Se o PCP continuar neste caminho, s merece incentivo e apoio.

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Miguel Cardina. A Tradio da Contestao Resistncia Estudantil em Coimbra no Marcelismo, Coimbra, Angelus Novus, 2008

Joo Miguel Almeida,A Oposio Catlica ao Estado Novo 1958-1974, Edies NelsondeMatos, 2008

Miguel Wager Russell, As Minhas Actividades no Socorro Vermelho Internacional e no Partido
(Depoimentos)
, Coleco Cadernos de Histria do PCP, 2008

As bibliografias esto a ser actualizadas no s para muitos ttulos de 2007, como tambm para novas entradas anteriores que no estavam referenciadas. Cerca de 100 novas entradas j foram integradas, algumas das quais de textos que se encontram em linha. O processo continuar nos prximos dias. Foi igualmente alterada a estrutura das bibliografias para evitar a diviso das entradas por pginas diferentes, situao facilitada por um novo arranjo grfico das pginas permanentes.

Depois ser actualizada a lista de biografias e o prprio contedo do blogue que tem estado inactivo.

OBRAS DE FUNDADORES DO PCP

Alguns dos fundadores do PCP em 1921 foram autores prolferos de artigos, panfletos, novelas e romances e poemas. Quatro exemplos:

Salvaterra Junior, Canteiro de Violetas. Versos, Porto, 1924

Manuel Ribeiro, A Expiao, Lisboa, Seco Editorial da Batalha, Maio 1921

Edo Metzner, Seditiosa Verba (Aos Acadmicos Revolucionrios), s.l., s.d.

Perfeito de Carvalho, Notas e Comentrios, Lisboa, Imprensa Libanio da Silva, 1919

A partir da segunda metade da dcada de sessenta do sculo XX, uma das fontes da resistncia ditadura foi a nova gerao de jovens catlicos progressistas, que queriam levar prtica a renovao que o Conclio Vaticano II tinha trazido. Desde muito cedo que as preocupaes religiosas e eclesiais ficaram submersas pelas ideias polticas circulantes volta do Maio de 1968, mas o momento inicial da ruptura com o regime ficou sempre marcado pela pertena a um credo confrontado com o mundo. O livro de Joana Lopes Entre as Brumas da Memria editado pela Ambar acrescenta-se a uma srie de outras memrias e relatos de percursos de vida, como o de Joo Bnard da Costa, no retrato dos catlicos progressistas na luta contra a ditadura. No entanto, estas memrias no se sobrepem inteiramente, o que torna o relato de Joana Lopes um testemunho original. Enquanto na memorialstica de Bnard da Costa, nos livros e ensaios sobre o Tempo e o Modo a editora Moraes, o papel de Antnio Alada Batista, se relata o percurso de um sector que rapidamente e mais cedo se politiza em organizaes que se viriam a revelar mais moderadas (o que tem que ser visto com um gro de sal a posteriori, porque o Movimento de Aco Revolucionria a que quase todos pertenceram pretendia-se revolucionrio) , o livro de Joana Lopes parte mais de dentro do interior da prpria Igreja e das suas crises institucionais, na Aco Catlica, no Seminrio dos Olivais, no abandono das suas funes eclesiais de muitos padres, at chegar a movimentos radicais como a LUAR e o PRP-BR, mais determinados na aco violenta imediata do que o movimentos seus antecessores. Vale a pena l encontrar a complexidade dos ltimos anos da ditadura e a pluralidade da oposio, j bem longe da hegemonia comunista.