05. CRONOLOGIA

IV PARTE

4 – COLECÇÕES DE DOCUMENTOS

5 – OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)

6- OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA

7 – OBRAS SOBRE UM PERÍODO:

7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)

7. 2 – O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)

7.3 – TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)

7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)

7.5 – CLANDESTINIDADE – DA REORGANIZAÇÃO À FUGA DE PENICHE (1940-1960)

7.6 – CLANDESTINIDADE – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)

7.7 – 25 DE ABRIL DE 1974

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4 – COLECÇÕES DE DOCUMENTOS

Documentos do Comité Central do PCP (1965-1974),Lisboa, Edições Avante!, 1975

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5 – OBRAS SOBRE VÁRIOS PARTIDOS COMUNISTAS (INCLUINDO O PCP)

Alex Macleod, The French and the Italian Communist Parties and the Portuguese Revolution, Duhram, 1979

Neil Mclnnes, Os Partidos Comunistas da Europa Ocidental, Lisboa, Europa-America s d.

Keith Middlemas, Power and the Party; Changing Faces of Communisme in Western Europe, Londres, Deutsch, 1980

Eusébio Mujal-Leon., Portuguese and Spanish Communisme in Comparative Perspective

A Report on West European Communist Parties, Prepared by the Foreign Affaires and National Defense Division of the Congressional Research Service Library of Congress, Submitted by Senator Edward W Brooke to the Comittee on Appropriations United States Senate, Washington, 1977

Lawrence L Whetten, New International Communism the Foreign and Defense Policies of the Latin European Communist Parties, Lexington-Toronto. Lexington Books, 1982

[lnclui dois estudos sobre o PCP]

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6-INTERPRETAÇÕES DA HISTÓRIA

Manuel Villaverde Cabral, The PCP An Interpretation of Fifty Years of History, Oxford, 1978

Carlos Cunha, “Quanto mais as coisas mudam … Os 75 anos do Partido Comunista Português” Análise Social , 138, 4º- 1996

Carlos Cunha, “Cat and Mouse: Conducting Research in a Russian Archive,” Portuguese Studies Review, V (2), Inverno – Primavera 1996-1997

Carlos Gaspar, “Pater , Petruschka et Pontifex”, Risco, 3, Outono-Inverno 1985

Carlos Gaspar, “O deserto dos tártaros revisitado”, Risco, 10 Outono-Inverno 1988

Carlos Gaspar / Vasco Rato, Rumo à Memória . Crónicas da Crise Comunista, Lisboa, Quetzal Editores 1992

“História do partido revisionista português”, 0 Tempo e o Modo, n.° 107. de Setembro-Outubro de 1974, 113, de Setembro de 1975, 115, deJaneirode 1976, e 118, de Junho de mesmo ano.

[A visão da história do PCP dada pelo MRPP. cobrindo os periodos de 1921-29. 1929-42, 1943-46, e 1946-49, com muitas cilações da imprensa clandestina]

Keith Middlemas, Power and the Party . Changing Faces of Communism in Western Europe, Londres Andre Deutsch , 980

Vital Moreira, Reflexões sobre o PCP, Lisboa, Editorial Inquérito,

João Paulo Avelães Nunes, “Sobre a história e os partidos políticos “, Vértice, 52, Jan. Fev. 1993

José Pacheco Pereira- “Os dingentes do PCP e a história do PCP”, Expresso, 17/3/1979

José Pacheco Pereira,” Problemas do História do PCP”, em 0 Fascismo em Portugal, A Regra do Jogo, Lisboa, 1982

José Pacheco Pereira, “A História de uma “História”, Diário de Notícias, 12/1/1983

José Pacheco Pereira “Gritos e Murmúrios – Reflexões sobre o Estudo do Comunismo e seus Críticos”, Diário de Notícias, 16 de Fevereiro de 1984

José Pacheco Pereira “O PCP: Um Partido do Passado Presente – Uma Interpretação”, Revista de Ciência Política, 5, 1987

José Pacheco Pereira, El Partido Comunista Poruguês y la izquierda Revolucionária, Madrid, Centro de Estudios Constitucionales 1988

José Pacheco Pereira “Dez Questões Portuguesas aos Arquivos Soviéticos”, Nova Renascença, 45-47, 1992, pp. 315-317

Philippe C. Schmitter, “Le parti communiste portugais entre le “pouvoir social” et le “pouvoir politique”, Etudes Internationales, 6, Setembro 1975

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OBRAS GENÉRICAS SOBRE O PCP OU SOBRE MAIS DO QUE UM PERÍODO DA VIDA PARTIDÁRIA

“Alguns Elementos para a História do PCP”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas) da Legião Portuguesa, Suplemento nº11, fascículo II, 1956

Pedro Ramos de Almeida, Salazar. Biografia da Ditadura, Lisboa Edições Avante!, 1999

“Breve história do PCP”, Avante!, 1974

[História oficial do PCP.]

José Dias Coelho, A Resistência em Portugal. Porto, Inova, 1974

“Comunismo em Portugal”, Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira

Os Congressos de Meio Século de Luta, PCP, 1974

“Os congressos do PCP – Marcos na história da classe operária e dos trabaihadores portugueses”, Avante!, 7/10/1976

Ramiro da Costa, Elementos para a História do Movimento Operário em Portugal, 1930-1975, Assírio e Alvim, Lisboa, 1979

Carlos A. Cunha, The Portuguese Communist Party’s Strategy for Power, 1921-1986, Nova York, Garland Publishing, Inc., 1992

Álvaro Cunhal, Algumas Experiências do 50 Anos de Luta do PCP, Lisboa, Edicões Avante!, 1975

Álvaro Cunhal, 0 Partido com Paredes de Vidro, Avante!, Lisboa, 1985

Fernando Guerreiro, “A história do P.C.P. através de seis Congressos”, Seara Nova, 1550, do Dezembro de 1974

V. F. Lakin, “Caminho Heróico (sobre o 50.º Aniversário do PCP)”, (em russo) Voprosy istorii KPSS, 3, 1971

Alfredo Margarido, A Introdução do Marxismo em Portugal (1850-1930), Lisboa, Guimaräes & C. Editores, 1975

João Madeira, Os comunistas e o Partido Comunista em Portugal (1943-1974). Tese de mestrado

João Arsénio Nunes, “Comunismo” “, em Fernando Rosas / J.M.Brandão de Brito (dir.), Dicionário de História do Estado Novo , Lisboa, Círculo de Leitores, 1996

João Arsénio Nunes,“Portogallo”, em Aldo Agosti, (dir.), Enciclopedia della Sinistra Europea nel XX Secolo , Roma,Editori Riuniti, 2000

Partido Comunista Portugues 60 Anos de Luta ao Serviço do Povo e da Pátria 1921-1981, Lisboa, Edições Avante!, 1982

“Le P.C. Portugais jusqu’en 1947″, Est et Ouest, 199, 16-31 Julho 1958

PCP Exposição 1921-1981 Comemorativa – 60 Anos de Luta ao serviço do Povo e da Pátria, PaviIhão dos Desportos – Lisboa, Maio de 1981

PCP 1921-1981 Exposição Comemorativa – 60 Anos de luta ao Serviço do Povo e da Pétria, Festa do Avante!, Alto da Ajuda 4, 5 e 6 – Set. 1981

PCP, 0 Partido da Esperanca e do Futuro, Lisboa. 1971

“Primeiro de Maio na luta do povo e do P.C.P. durante os anos da diladura fascista”, Avante!, 1/5/1975

Os Quatro Primeiros Congressos do Partido Comunista, Lisboa, 1976

David L. Raby, A Resistência Anti-Fascista em Portugal 1941/74, Salamandra, Lisboa, 1990

Francisco Martins Rodrigues, Elementos para a História do Movimento Operário e do Partido Comunista em Portugal, Lisboa. 1975

Fernando Rosas, O Estado Novo (1926-1974), em José Mattoso (dir. de) História de Portugal, vol. VII, Lisboa, Círculo de Leitores / Editorial Estampa, 1994

Fernando Rosas, Portugal no Século XX (1890-1976)- Pensamento e Acção Política, Editorial Notícias, 2004.

Sonsoles Cabeza Sanchez-Albornoz, “La oposicion democratica a las ditaduras ibericas (1940-1965)”, Cuadernos de Historia Contemporanea, 21, 1999

Aurélio Santos, O fascismo em Portugal, a luta popular e a unidade antifascista. Algumas notas

“6 de Março de 1921 – 6 de Marco de 1976: 55 anos de luta dos comunistas portugueses”, Bandeira Vermelha, n.° 7, 5 do Marco do 1976

Um Periodo na História do Movimento Operário Português (desde a fundação do Partido ao começo da degeneração revisionista em 1956), Comité Marxista-Leninista de Portugal, Abril 1972

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7 – OBRAS SOBRE UM PERÍODO:

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7. 1 – “SOVIETISMO” E “MAXIMALISMO” (1918 – 1921)

José Freire Antunes. ~O Diário de Notícias e a revolução russa de 1917 – Petrogrado na mão dos maximalistas”, Diário de Notícias, 7/11/1978

Francisco Marcelo Curto, “O longo caminho para a CGT (1919) – A luta entre socialistas e anarquistas”, A Luta, 19/9/1978

Paulo Guinote, “A Revolução de Outubro (Novembro) de 1917 nos Jornais Portugueses : a Surpresa Anunciada”, Estudos sobre o Comunismo

Maria Rosalina Labaredas, “No Verão quente de 1917 trabalhadores do comércio solidários com os grevistas”, O Trabalhador do Comércio e Serviços, 21. Maio a Julho 1980

César Oliveira, “A Revolução Russa na imprensa portuquesa da época”. Análise Social, 40, 1973

[Com uma antologia da imprensa da época.]

César Oliveira, A Revoluçao Russa na Imprensa Portuguesa da Época, Lisboa, Diabril, 1976

José Pacheco Pereira, Questões Sobre 0 Movimento Operário Português e a Revolução Russa, Porto. 1971

“A Revolução de Outubro na irnprensa operária portuguesa”, Margem Esquerda, n.° 4, de Novembro de 1974

[Excertos de A Bandeira Vermelha]

Joaquim Palminha Silva,” A Revolucão Bolchevique na imprensa operária portuguesa’, Sempre Fixe, 36, de 30 de Novembro de 1974

Joaquim Palminha Silva, Jaime Batalha Reis na Rússia dos Sovietes ou Dez Dias que Abalaram um Diplomata Português, Porto, Edições Afrontamento, 1984

Manuel Alberto Valente. “Breves notas sobre a revolução de 1917 e Portugal”, Vida Soviética, n° 30, de Novembro do 1977

António Ventura, “A Sementeira e a Revolução de Outubro”, Seara Nova, 1573,

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FEDERAÇÃO MAXIMALISTA

“Elementos da história do Partido (I)”, Revolução Proletária, 3, Setembro de 1975

[Abrangendo as lutas sociais de 1917-27 e a fundação da Federação Maximalista.]

José Francisco, ” Para que conste: Federaçâo Maximalista Portuguesa ( Embriâo do Partido Comunista Português) “. A Batalha, 110 Junho-Julho 1985

António Ventura, “A Federação Maximalista Portuguesa foi fundada ha 59 anos”, Diário de Lisboa, 15 de Junho de 1977

António Ventura, “AIgumas notas sobre a imprensa comunista em Portuga! (1919-1921)” Seara Nova, n.° 1580, Junho de 1977

[Sobre A Bandeira Vemelha, o Komunist-Esperantisto, o Alarme, e o Comunista, 1ª série.]

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7. 2 – O PARTIDO NA I REPÚBLICA (1921-1926)

S Bahne, (Dir.), Archives de Jules Humbert-Droz. Les Partis Communistes des Pays Latins, et l’Internationale Communiniste dans les Annés 1923-1927, Dordrecht, (1982)

João Braz, “Luta de tendências no P.C.P. em 1921”, Bandeira Vermelha, 18/3/1981

David de Carvalho, Os Sindicatos Operários e a Republica Burguesa (1910-1926), Lisboa, Seara Nova, 1977

José Pedro Castanheira, “Emídio Santana fala da primeira cisão sindical- A “Comissão Intersindical” apareceu como expressão de oposição à CGT”, A Luta, 27/1/1977

Romeu Costa Dias / Manuel Rendeiro Júnior, “Memória de urn Jornal Operário: 0 Komunist-esperantisto (1921)”, 0 Jornal, 27 de Agosto a 3 de Setembro de 1976

[Estudo sobre um jornal escrito em Esperanto da primeira fase do movimento comunista português, corn colaboraçao de A. Peixe, Pires Barreira, etc.]

J M. Costa Feijão, “Uma Conferência Camponesa”,Avante!, 7-8-2003

J M. Costa Feijão, “Os primeiros presos comunistas”, Avante! , 4/9/2003

Carlos da Fonseca, “Le origini del Partido Comunista Portoghese”, Movimento Operaio e Socialista, 1-2, Janeiro-Junho 1973

Carlos Fontes, “Sindicalismo em luta”, A Batalha, Maio de 1978.

[Polémica entre anarco-sindicalistas e comunistas nos anos 20.]

Bento Gonçalves, Palavras Necessárias – A Vida Proletária em Portugal de 1872 a 1927. Porto, Inova. 1974

[Obra mais interessante do ponto de vista ideológico do que factual. Escrito na prisão, este texto contém muitos erros factuais]

(João Humberto Matias), “Antigo sindicalista recorda I Republica- Socialistas e anarquistas polarizavam movimento operário”, Capital. 1/8/1974

César Oliveira, 0 Movimento Sindical Português: A Primeira Cisão, Lisboa, Europa-América, 1982

José Pacheco Pereira, “O PCP na Primeira RepúbIica”, Diário do Noticias, de 13/5/1980; 27/5/1980

José Pacheco Pereira, “O primeiro ano de vida do Partido Comunista Português – Dezembro de 1920 – Dezembro de 1921 – Cronologia e Documentos”, História , 47, Setembro 1982

José Pacheco Pereira, “Contribuiçäo para a história do Partido Comunista Portugués na I República (1921-26)”, Análise Social , 67, 68, 69, de 1981

João G. Quintela, “Il Movimento Comunista Portoghese tra il 1919 e il 1929”, Movimento Operaio e Socialista, 4, de Junho a Dezembro de 1975

João G. Quintela, Para a História do Movimento Comunista em Portugal: 1. A Construçao do Partido (1.° Periodo 1919-1929), Porto, Afrontamento. 1976.

[Para além de um ensaio interpretativo incluí uma extensa antologia dos jornais A Bandeira Vermeiha e O Comunista e, em anexo, o relatório ao Congresso da Internacional Comunista de 1928.]

Canais Rocha, “Convergéncia de socialistas e comunistas na I República (1921-1926)”, Vértice, 56, de Set.-0ut. 1993

António Ventura, “O primeiro delegado operário português na União Soviética”, Seara Nova, n.° 1586, 5 Dezernbro de 1977

[Sobre a vida e a obra de Perfeito de Carvalho, baseado na biografia de Alexandre Vieira, com textos de P. de Carvalho.]

Joana Vidal, O movimento operário português no pós-guerra (1919-1926), Tese de mestrado

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I CONGRESSO DO PCP (1923)

João Braz, “O 1º Congresso do Partido”, Bandeira Vermelha, 9/6/1981

César Oliveira. O Primeiro Congresso do Partido Comunista Português, Lisboa, 1975

[Inclui para além das teses. as relatórios de Droz e de um polícia que vigiou o Congresso.]

J. Humbert Droz, “Comunistas – os difíceis anos 20”, Sempre Fixe, n.° 52, de 22 de Maio de 1975.

[Reprodução do relatório de Droz de 1923 sobre a vida interna do PCP]

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7.3 – TRANSIÇÃO PARA O ESTADO NOVO (1926-1934)

(Vanessa de Almeida), Um momento de viragem – do 18 de Janeiro de 1934 ao hastear da Bandeira Vermelha em 1935, Edição da CMB – Departamento de Educação e Cultura. 2005

Paulo de Castro, “A “Política do Espírito” ou uma flor do monturo (Notas de um caderno de memórias)”, Diário de Notícias, 10/9/1984

[Recordações autobiográficas da manifestação do 31 de Janeiro de 1933 no Porto e da prisão do autor Francisco Barros Cachapuz]

Cristina Faria,As lutas estudantis contra a Ditadura Militar (1926-1932). Colibri, Lisboa, Dezembro 2000

Varela Gomes, “Os 50 irremissíveis inimigos da ditadura”, Diário de Lisboa, 27/2/1984; 1/3/1984

[Notas sobre os militares que se oposeram à instauração do Estado Novo.]

Varela Gomes, “Sargentos na luta antifascista”, Diário de Lisboa, 4/4/1983

[Sobre Francisco da Horta Catarino e a Organização Revolucionária dos Sargentos.]

Varela Gomes, “Memória da resistência militar ao fascismo – Deportados em Timor”, Diário de Lisboa, 27/4/1983; 11/5/1983; 18/7/1983

Fernando Guerreiro, “O 7 de Fevereiro por quem lá esteve: Joaquim Pires Jorge”, Seara Nova, 1552, de Fevereiro de 1975

[Relato de Pires Jorge sobre a sua participação na revolta de 1927. Anota a participação de militantes operários e comunistas nos movirnentos militares e as relações entre as revoltosos e o PCP]

Bento Gonçalves, Escritos (1927-1930), Lisboa, Seara Nova. 1976.

[Artigos de B. Gonçalves no Eco do Arsenal e n’O Proletário. Importantes documentos para se compreender a evolução ideológica dos operários portugueses que abandonaram o sindicalismo revolucionario pelo comunismo.]

Nídia Gregorio, “”Subversâo” e repressão da Universidade no inicío do Estado Novo”, em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992

F. Laidley, Sete homens tomaram Ponta Delgada; Insurreição da Madeira e Açores em 4 e 5 de Abril de 1931. A mais inconcebível das revoluções, Separata «Boa Noite», Junho, 1974

A. H. Oliveira Marques, O General Sousa Dias e as revoltas contra a ditadura, 1926-31, Lisboa, Publicações D. Quixote, 1975

A. H. Oliveira Marques, A Liga de Paris e a Ditadura Militar Lisboa, Publicações Europa-América, 1976

A. H. Oliveira Marques, A Unidade da Oposição à Ditadura 1928-1931 , Lisboa, Publicações Europa-América, 1976

Maria Goretti Matias (Introdução e notas), “A actividade sindical do PCP no Porto, Beja e Faro em 1931 (textos de 0 Trahalho Sindical)”, Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984

Francisco Lopes Melo, 1931: O ano de todas as revoltas

João Arsénio Nunes, “Da Política ‘Classe contra Classe’ às Origens da Estratégia Antifascista: Aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos(1928-35)”, em O Fascismo em Portugal , A Regra do Jogo, Lisboa, 1982

João Arsénio Nunes, “La Formation de la Stratégie Antifasciste du Parti Communiste Portugais”, em Mikhail Narinsky / Jürgen Rojahn, (ed.), Centre and Periphery. The History of the Comintern in The Light of New Documents , Amsterdam, International Institute of Social History, 1996

Célia Reis, A Revolta da Madeira e Açores, Lisboa, Livros Horizonte, 1990

Victor de Sá, “Sobre as relações com a Uniâo Soviética em 1926”, 0 Diário, 13/6/82

João Soares (Recolha e organização), A Revolta da Madeira: Documentos , Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1979

Manuel Joaquim de Sousa, Últimos tempos de acção sindical livre e do anarquismo militante, Lisboa, Antígona, 1989

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CONFERÊNCIA DE 1929

Maria da Piedade Morgadinho, «A Conferência de Abril há 75 anos – Reorganização para a clandestinidade», O Militante, nº270, Maio/Junho 2004

João Arsénio Nunes, “Sobre alguns aspectos da evolução polItica do Partido Comunista Português após a reorganização de 1929 (1931-33)”, Análise Social, n.os 67, 68, 69, de 1981

José Pacheco Pereira, “Intervenção de “António” na XII Reunião Plenária da Internacional Comunista”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983

José Pacheco Pereira, ”Acta da Conferência do PCP de Abril de 1929″” (Introdução e notas )”, Estudos sobre o Comunismo , 2, Janeiro-Abril 1984

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7.4 – CLANDESTINIDADE – ANOS TRINTA (1935-1940)

Rui Manuel Brás, “As relações entre socialistas e comunistas nos anos de 1923-1925”, Ler História, 45, 2003

Luís Augusto Costa Dias, «Um imenso sussurro de vozes inumeráveis…». A imprensa cultural juvenil da década de 1930, Vértice, 93 – Jan/Fev 2000

Luís Manuel do Carmo Farinha, O Reviralho: revoltas republicanas contra a ditadura e o Estado Novo (1926-1940), Tese depositada na Fundação Mário Soares

Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.) Seara Nova. Textos e Contextos. Razão. Democracia. Europa, Casa Museu Abel Salazar, 1998

Maria Luísa Garcia Fernandes, (Coord.), Seara Nova. Razão / Democracia / Europa, Porto, Campo das Letras, 2001

Bento Gonçalves / Álvaro Cunhal / Sérgio Vilarigues, O PCP e o VII Congresso da Internacional Comunista, Lisboa, Edições Avante!, 1985

“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977

João Manuel Martins Madeira, Os “Engenheiros de Almas” o Partido Comunista e os intelectuais (dos anos trinta a inícios de sessenta) , Tese depositada na Fundação Mário Soares

Susana Martins, Socialistas na Oposição ao Estado Novo. Um estudo sobre o movimento socialista português de 1926 a 1974, Cruz Quebrada, Casa das Letras/Editorial Notícias, 2005

João Arsénio Nunes, “Da politica “classe contra classe” às origens da estratégia antifascista: aspectos da Internacional Comunista entre o VI e o VII Congressos (1928-1935)”, 0 Fascismo em Portugal – Actas do coloquio Fac. Letras – Marco 1980, Lisboa, A Regra do Jogo, 1982

[Inclui a tradução da intervençao de “Queirós” no VII Congresso da IC.]

J. Arsénio Nunes, “1933-34 : A Fascização do Estado e a política do PCP”, Diário de Notícias, 18/1/1983

João Arsénio Nunes, “Comunismo, Antifascismo e Intelectuais nos Anos Trinta”, em Encontro Neo-Realismo , Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 1999

João Arsénio Nunes “O Camarada René e a Juventude Comunista no princípio dos anos 30”, Uma vida em História. Estudos em Homenagem a António Borges Coelho, Lisboa, 2001

( “Genosse ‘René’ und die Kommunistische Jugend in Portugal zu Beginn der dreissiger Jahre”, Jahrbuch für Historische Kommunismusforschung, 1996 )

Heloisa Paulo, “Os “Budas””, História, 91, Novembro 2006

“O PCP nos Anos 30. Reposição da Verdade Histórica”, Avante!, 10 de Novembro de 1988

Ana Cristina Clímaco Pereira, L’ exil politique portugais en France et en Espagne: 1927-1940, Tese depositada na Fundação Mário Soares

Canais Rocha, Sindicatos – Tarefas de ontem e de hoje, Lisboa, Seara Nova, 1974

[Documentos do Socorro Vermeiho e do jornal A Internacional, da ISV.]

Fernando Rosas, «O Estado Novo (1926-1974)», em José Mattoso (Dir,), História de Portugal, vol. VII, 1994

Miguel Wager Russell, As Minhas Actividades no Socorro Vermelho Internacional e no Partido (Depoimentos), Lisboa, Edições Avante!, 2008.

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18 DE JANEIRO DE 1934

Alfredo Canana, “0 18 de Janeiro em Silves”, Diârio de Lisboa, 5/1/1980

[Recordações de participantes.]

Gustavo Carneiro, «70 anos do 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande – O dia em que o povo tomou o poder», Avante!, 15/1/2004

[Com depoimento de Joaquim Gomes.]

Francisco Lyon de Castro, Entrevista ao Diário de Noticias, 18/1/1977

[Sobre o 18 de Janeiro de 1934.]

“Comemorando o l8 de Janeiro de 1934”, Jomal Novo, l8/1/1977

“0 18 de Janeiro de 1934 – A história não perdoa”, O Diabo, 18 de Janeiro de 1977

[Para além de material muito conhecido, incluí um artigo de Francisco Ferreira com referências ao 18 de Janeiro no Barreiro.]

“O 18 de Janeiro de 1934 na Marinha Grande – jornada heróica do proletariado “, Avante! , 17 de Janeiro de 1975.

[Vários artigos com depoimentos de participantes e uma biografia de J. Gregório.]

O 18 de Janeiro e Alguns Antecedentes, depoimento colectivo de Acâcio Tomás de Aquino, Américo Martins, Custódio da Costa. José Francisco. Marcelino Mesquita e Emidio Santana, que coligiu, Lisboa, Regra do Jogo, 1979

[A interpretação anarquista da revolta do 18 de Janeiro. com documentação inédita.]

José Gregório, Sobre a Associação e o Movimento do Operariado Vidreiro, Lisboa, 1975

[Reedição do texto de J. Gregório sobre as lutas dos vidreiros da Marinha Grande, com elementos imprescindiveis para o estudo do 18 de Janeiro.]

Greve geral de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa. 1974.

[Dossier documental.]

Fernando Guerreiro, “O 18 de Janeiro de 1934 analisado por Bento Gonçalves”, Seara Nova., Janeiro de 1975

A lnssurreição Operâria do 18 de Janeiro, Edições Revolução. s.d.

Maria Rosalina Garcia Labaredas, ”A luta contra a fascização dos Sindicatos, resistência operária e violência fascista’”, em 0 Fascismo em Portugal

L. H. Afonso Manta, O 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Assirio & Alvim, 1975

António Maria Marques, «O movimento de 18 de Janeiro de 1934. Greve Geral Revolucionária contra o Estatuto do Trabalho Nacional», Jornal do Barreiro, 06/06/1997

Maria Filomena Mónica, ” O 18 de Janeiro: anarqueirada ou traição?”, Diârio de Noticias, 3 de Novembro de 1981

António Moreira, “A greve geral de 1934 no Barreiro”, Diário de Notícias, 2/11/1984

Hermínio de Freitas Nunes, 18 de Janeiro de 1934. Rostos… Subsídios para a história da Marinha Grande , Marinha Grande, Autor em colaboração com Jornal da Marinha Grande, Janeiro 1997

Fátima Patriarca, Sindicatos contra Salazar. A revolta de 18 de Janeiro de 1934, Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais, 2000

Edmundo Pedro, 45 Anos de luta pela Democracia Sindical – Reflexões de um Militante, Lisboa, Fundação José Fontana. 1979.

[Para além das lembranças autobiográficas de E. Pedro. contém elementos sobre a actividade do PCP e da FJCP nos anos 30 e sobre a biografia e ideias politicas de José de Sousa.]

Manuel Sertório,”Em torno do 18 de Janeiro”, Estudos sobre o Comunismo , 2 Janeiro-Abril 1984

João Vasconcelos, A “Greve Geral Revolucionária” de 1934 em Silves e Portimão e os “safanões dados a tempo” por Salazar.

António Ventura,”O PCP e a CIS face ao 18 de Janeiro”, Diário de Notícias,2/2/1984

António Ventura, “0 18 de Janeiro de 1934 (excerto de una entrevista com Jú1io Fogaça”, Estudos sobre o Comunismo, 2, Janeiro-Abril de 1984

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REVOLTA DOS MARINHEIROS

Álvaro Arroja, “A Revolta dos Marinheiros”, História, 91, Novembro 2006

João Borda, A Revoluçao dos Marinheiros, Lisboa, Edições Sociais, 1974

António Maria Marques, «Revolta da Marinha Portuguesa – participação de militantes do Barreiro», Jornal do Barreiro, 20/06/1999

“A Revolta dos Marinheiros”, Avante!, 6 de Setembro de 1974

[Entrevistas corn participantes.]

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GUERRA CIVIL DE ESPANHA

Paulo Castro, “Agonia de Barcelona e Diáspora portuguesa”, Diário de Notícias, 3/11/1984

Varela Gomes, “Memórias da Guerra de Espanha – A derrota”, Diário de Lisboa, 9/10/1983;10/10/1983

Varela Gomes,”Portugueses na Guerra Civil de Espanha contra o fascismo – O mistério de um silêncio”, História, 74, Dezembro 1984

Varela Gomes, Guerra de Espanha – Achegas ao Redor da Participação Portuguesa, Lisboa, Cadernos Versus, 1987

Varela Gomes, Guerra de Espanha. Achegas ao redor da Participação portuguesa 70 Anos depois, Lisboa, Fim de Século, 2006

José Viale Moutinho, No pasarán! Cenas e cenários da guerra civil de Espanha, Lisboa , Editorial Notícias, 1998

César Oliveira, Guerra Civil de Espanha, Lisboa, Biblioteca Nacional 1986.

David Oliveira / Ricardo Pereira, “As guerrilhas antifranquistas galegas”, História, 99, Julho-Agosto 2007.

Pedro Rocha, “Para a história da oposição antifascista – O que foi o “Plano Lusitânia”, Diário de Lisboa, 14/5/1984

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FRENTE POPULAR

João Braz, “Frente Popular de 1936 – razões de um fracasso”, Bandeira Vermelha, 15/10/81

“A Frente Popular em Portugal”, Seara Nova, n.° 1571, Setembro de 1974.

[Com excertos de uma publicação de 1938, que relata as tentativas do criação de uma Frente Popular. Referências a Uniäo dos Antifascistas Portugueses em Espanha e ao Comité da Frente Popular em França.]

L. H. Afonso Manta, A Frente Popular Antifascista em Portugal, Lisboa, Assírio & Alvim, 1976

João Arsénio Nunes, “O Verão quente de 1936: as Frentes Populares”, O Militante, 283, Julho – Agosto 2006

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PACTO GERMANO-SOVIÉTICO

Álvaro Cunhal , “0 VII Congresso da IC e a actividade do PCP contra a ditadura fascista de Salazar”, 0 PCP e o VII Congresso da IC (documentos) , Lisboa, Edições Avante!, 1985

Francisco Ferreira, “Após Agosto de 1939″, Portugal Socialista , 13 de Agosto de 1975

[As críticas dentro do PCP ao pacto Molotov-Ribbentrop.]

José Pacheco Pereira, “As duas palavras de Bento Gonçalves”., Diário de Noticias. 8 de Janeiro de 1980

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7.5 – CLANDESTINIDADE – DA “REORGANIZAÇÃO” À PRISÃO DO SECRETARIADO (1940-1949)

Nuno Caiado, Movimentos Estudantis em Portugal : 1945-1980, Lisboa Instituto de Estudos para o Desenvolvimento, 1990

Jorge Santos Carvalho, “A Legação Jugoslava e a oposição antifascista portuguesa (1945-48)”, Vértice, 98, Novembro -Dezembro 2000

Valdemar Cruz, “O pacto do embaixador Bosques”, Expresso, 5/3/2005

(Álvaro Cunhal), O Partido Comunista da «Reorganização» dos Anos 40 ao 25 De Abril Conferência de Álvaro Cunhal no Seminário «Para a história da oposição ao Estado Novo» Universidade Nova de Lisboa – 9 de Abril de 1992

Rui Grácio, “Contestação estudantil: as propinas. 1. Crónicas dos anos quarenta”, O Jornal, 13-19/2/1987

Joaquim Santos Simões , Sete anos de luta contra o fascismo. Academia de Coimbra 1944 – 1951, Guimarães, J. Santos Simões, 2002

“Sobre os Primeiros Tempos de Vértice”, Vértice, 450-1, Setembro~Dezembro de 1982

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7.5.1 – “REORGANIZAÇÃO”

Victor Manuel Santidrián Arias , Historia do PCE en Galicia , A Coruña , Edicios do Castro , 2003

[Inclui elementos sobre os contactos de fronteira entre os guerrilheiros comunistas galegos e portugueses e tem novas informações sobre Victor Garcia Estanillo / “O Brasileiro” / “António” , que foi enviado pela IC para Portugal , esteve envolvido nas polémicas sobre a “reorganização” do PCP e foi posteriormente executado pelo próprio PCE . Sobre esta história ver José Pacheco Pereira , Àlvaro Cunhal Uma Biografia Política , vol II ]

Joào Braz, “Reorganização de 1941 – A esperanca traída”, Bandeira Vermelha, 293, 27 de Agosto de 1981.

J M. Costa Feijão, “1941 – Renascem os prelos do PCP”, Avante!, 21/8/2003

António Maria Marques, «Uma cisão no Partido Comunista Português em 1941 envolvendo um militante do Barreiro», Jornal do Barreiro, 23/01/1998.

Fernando Rosas, “Apontamentos duma entrevista corn Firmiano Cansado Gonçalves (Maio de 1983)”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983

Antonio Ventura, “Documentos sobre uma Tentativa de Contacto entre o Bureau Politico do PCP (Julio Fogaca) e a IC em 1941”, Estudos Sobre o Comunismo, 1, Setembro-Dezernbro de 1983

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7.5.2 – “POLÍTICA DE TRANSIÇÃO”

1945-1948 “Politica de Transição”, Cadernos para o Estudo da História do Partido, Outubro 1969.

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7.5.3 – SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Fernando Rosas, “0 PCP e a II Guerra Mundial”, Estudos sobre o Comunismo, 0, Julho de 1983

Irene Flunser Pimentel, Judeus em Portugal Durante a II Guerra Mundial, Lisboa, Esfera do livro, 2006.

Valdemar Cruz, “O pacto do embaixador Bosques”, Expresso, 5/3/2005.

[Sobre o papel do embaixador do México no apoio e assistência aos refugiados espanhóis em Portugal.]

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7.5.4 MOVIMENTOS GREVISTAS

João Madeira, “A greve de 1947 nos Estaleiros Navais de Lisboa: o fim de um ciclo”, Arquivos da Memória, 3, Outono-Inverno 1997

“Recordando greves históricas dos operários de laníficios da Covilhã”, Avante!, 8/11/1974

[Depoimento de João Canário.]

Jaime Serra, “As grandes greves operárias dos anos 40”, O Diário, 1/5/1982

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1943

J M. Costa Feijão, “1943 – Saber avançar saber recuar”, Avante!, 31/7/2003

Greve dos Sapateiros e Chapeleiros – S. João da Madeira – 1943, S. Joäo da Madeira, s.d.

António Maria Marques, «A Greve CUF em 1943», Jornal do Barreiro, 13/02/1998

Armando Teixeira, “Greve da CUF do Barreiro em 1943 – “A paralização de braços caídos”, Jornal do Barreiro, 27/2/2004

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1944

«As greves de 8 e 9 de Maio de 1944 – Por aí passou o que hoje somos», O Militante, 270, Maio/Junho 2004

[Artigo da redacção de O Militante com a colaboração do GES, seguindo-se a transcrição do artigo publicado em O Militante, nº 29, Maio de 1944]

PCP, As Greves de 8 e 9 de Maio de 1944, Lisboa, Edições “Avante!”, 1979

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I CONGRESSO (III CONGRESSO) ILEGAL (1943)

J. M. Costa Feijão, “Há 50 anos – III Congresso do PCP”, Avante! , 23/12/1993

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II CONGRESSO (IV CONGRESSO) ILEGAL (1946)

PCP, Partido Comunista Português. IV Congresso. Relatórios e Resoluções , II Vol., Lisboa, Edições Avante!, 2000

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7.5.5 – MUNAF / MUD

Domingos Abrantes, “O MUD, a unidade antifascista e o PCP”, O Militante, 278, Set-Out. 2005

Fernando Costa, “Movimento de Unidade Democrática (MUD)”, em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996

Fernando Costa, “Movimento de Unidade Nacional Antifascista (MUNAF)”, em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (Dir.), Dicionário de História do Estado Novo, , vol. II, Circulo de Leitores, Lisboa, 1996

José Magalhães Godinho, “Como nasceu o MUD em 1945”, em João Medina (Dir.) História Contemporânea de Portugal. Estado Novo, tomo II, Amigos do Livro, Editores, Lisboa, 1985

João Arsénio Nunes, “Unidade Antifascista”, em Fernando Rosas e J. M. Brandão de Brito (coord. ), Dicionário de História do Estado Novo, Lisboa, Círculo de Leitores, 1996, 1997

Alberto Pedroso,”Bento Caraça e a extinção do MUD”, Vértice , 6 , Setembro 1988

David L.Raby “Portugal, 1942-47: 0 Problema da Estratégia Revolucionária da Oposição”, Análise Social, 84, 1984

[Joaquim Rodrigues], Subsídios Para A História Do Movimento De Unidade Democrática No Algarve (1945-1949)

Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.

[Para a história da corrente socialista nos anos do pós-guerra]

Isabel Alarcão e Silva, “A Génese do MUD e o PCP”, Vértice, 50, Setembro-Outubro de 1992

Maria Isabel Mercês de Melo de Alarcão e Silva, O Movimento de Unidade Democrática e o Estado Novo: 1945-1948, Tese depositada na Fundação Mário Soares

Blanqui Teixeira, “Há 50 anos, o MUD”, 0 Militante, n.° 218, Set.-Out./1995

José Tengarrinha, “Os caminhos da unidade democrática contra o Estado Novo”, Revista de História das Ideias, n.º 16, 1994

“A Unidade em 1944-49: uma experiência actual”. Revolucão Popular, 5, Julho 1965

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7.5.6 – CAMPANHA DE NORTON DE MATOS

Alexandre António da Costa Luis, “As eleições presidencias de 1949: Dois “”Portugais”” em confronto”, Revista de História das Ideias, V. 16 1994.

Dawn Linda Raby, “The Portuguese Presidential Election of 1949. A Successful Governmental Manouver?”, Luzo-Brasilian Review, XXVIIII, 1, 1990.

Fernando Rosas, “Putschismo” e Oposição nos anos 40″. História, 50. Dezembro, 1982.

Pedro A. Silva, A “Frente Antifascista” da Candidatura de Norton de Matos em 1949, Lisboa, 1976

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7.6 – CLANDESTINIDADE – DA PRISÃO DO SECRETARIADO À FUGA DE PENICHE (1949-1960)

Pedro Ramos de Almeida, “MUD Juvenil e a repressão fascista”, O Militante, 283, Julho – Agosto 2006

Jorge Amaro, Entrevista a Versus, 5, 25/4 a 25/5/ 1984

[Histórias do PCP na década de 50]

António Brotas, “As eleições legislativas de 1957”, O Ribatejo, 13/1/2005

Joel Castanheira, Num Pinhal de Belas Apareceu Assassinado um Homem Desconhecido , Lisboa, Perspectivas e Realidades, 1984

“Como os revisionistas destuiram o Partido”, Tribuna do Congresso, 3. de 6 de Novembro de 1975

[Análise das reuniões do CC do PCP em 1956.]

Ramiro da Costa,”O XX Congresso do PCUS e o PCP”, Estudos sobre o Comunismo , 3-4, Maio-Dezembro 1984

Ramiro da Costa, “Anos 50 – o fim das i1usões”, Diário de Notícias, 16/11/1984

Elementos sobre a organizacâo do P.C.P.”, Boletim de Informação (Actividades Comunistas), Suplemento n.° 16, Lisboa. 1958

Luis Farinha, “Nós combatemos o XX Congresso” (Entrevista a Francisco Martins Rodrigues), História, 84, Fevereiro 2006

Luis Farinha, “A Hungria em Portugal”, História, 91, Novembro 2006

Rui Grácio, “Contestação estudantil: o 40900”. 2. Crónicas dos anos cinquenta”, O Jornal, 20-26/2/1987

“As greves de 1937 e 1957 nas salinas de Alcochete”, Bandeira Vermelha, 17/8/1977

Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992

João Madeira, O XX Congresso do PC da União Soviética – Um terramoto controlado”, História, 84, Fevereiro 2006
Bento Rodrigues Quaresma, “Memórias das lutas antifascistas de 1954”

David L.Raby, “A Crise Ideológica da Oposição: 0 PCP de 1949 a 1957′”, O Estado Novo dos Origens ao Fim da Autarcia, II, Fragmentos, Lisboa,1987.

Ernesto Rodrigues, “Discreto 56 “, em Istvan Rákóczi (Org.) Portugal Hungria. Dez estudos sobre os contactos culturais luso-húngaros, Budapeste, Typotex, 1999.

Jaime Serra, ”Só na primeira prisão – tinha eu 16 anos – saí pela porta da frente”, Avante!, supl. 4/6/1981.

[Relato da fuga de 1956.]

“A transformaçáo revisionista do P.C.P.”, Bandeira Vermelha, 8 de Marco de 1978.

[Dados sobre o PCP entre 1949 e 1960; elementos sobre a organizaçao do Partido.]

Teresa Viegas, As eleições presidenciais de 1951, Tese de Mestrado depositada na Fundação Mário Soares

CRISE ESTUDANTIL DE 1956

Armando Myre Dores, Um mês que abalou a Universidade. A luta contra o decreto-lei 40900

Pedro Santos Lopes, “Coimbra, Tradição e Desporto nos anos 50: a questão do 40.900”. em Nídia Gregório / Álvaro Garrido / Pedro Santos Lopes, Ideologia, Cultura e Mentalidade no Estado Novo. Ensaios sobre a Universidade de Coimbra, Coimbra, Faculdade de Letras, 1992

Gabriela Lourenço / Jorge Costa / Paulo Pena, Grandes Planos. Oposição Estudantil à Ditadura: 1956-1974. Lisboa, Âncora Editora., 2000

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 1958

António Abreu, “Humberto Delgado e as eleições presidenciais de 1958”, O Militante Nº 236, Setembro / Outubro 1998

António Simões de Abreu, A raiva de Salazar contra a unidade democrática representada por Humberto Delgado e outros episódios por mim vividos em 32 anos de luta antifascista, Lisboa, Edições Sociais, 1975

Nair Alexandra, As Eleições de 1958 e a Imprensa Portuguesa, Lisboa, Biblioteca-Museu República e Resistência, 1998

Jorge F. Alves, O Furacão «Delgado» – e a Ressaca Eleitoral de 1958 no Porto, Porto, Centro Leonardo Coimbra – Faculdade de Letras da UP, 1998.

Iva Delgado, Braga Cidade Proibida . Humberto Delgado e as Eleições Presidenciais de 1958, Braga, Governo Civil, 1998

Emb.Carlos Fernandes, Recordando. O caso Delgado e outros casos, Lisboa, Universitária Editora, 2002

“Humberto Delgado e as Eleições de 1958”, números especiais de Nova Renascença, 1997-8

Humberto Delgado e as eleições de 1958, Lisboa, Comissão Nacional do 40º Ano das Eeleições de 1958, 1998.

“Le PCP et le general Humberto Delgado”. Est et Ouest, 211, 1-15 Março 1959

Menno Postma, “A influência do General Humberto Delgado na juventude e na população portuguesa”, em Iva Delgado, Carlos Pacheco e Telmo Faria (coord.) , Humberto Delgado: As Eleições de 58. Lisboa, Vega, 1998

David L. Raby, “0 Problema da Unidade Anti-Fascista: 0 PCP e a Candidatura do General Humberto Delgado em 1958”, Análise Social, 72-74, 1982

Fernando Rosas (com Maria Inácia Rezola, Alexandra Frade e Cláudia Figueiredo). Humberto Delgado – o general sem medo, Catálogo da Exposição inaugurada na Biblioteca-Museu República e Resistência da C. M. de Lisboa a 10/2/1995, Lisboa, B.M.R.R./C.M.L., 1995

Manuel Sertório, “A candidatura de Cunha Leal a Presidéncia da República”, O Jornal, 5/11/1982

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7.7 – ANOS SESSENTA E SETENTA (1960-1974)

J. Càndido de Azevedo, “FPNL e PCP – história e razões de uma ruptura”, Diário de Noticias, 20 e 21 de Abril de 1978

Araüjo de Castro. Manifesto da Comissão Poiltica do Comité Central do Partido Comunista Português. sl., s.d. (1970)

Helder Manuel Bento Correia, A Ruptura Política e Ideológica no Movimento Comunista em Portugal (1963-1964), Universidade de Lisboa – Faculdade de Letras, Portimão, 1999.

Álvaro Cunhal. Rumo à Vitória – As Tarefas do Partido na Revolução Democrática e Nacional, Porto, Opinião., 1974

[Relatório de 1964. com muitas referénctas as lutas operárias e ao movimento de resistência ao salazarismo.]

Álvaro Cunhal. 0 Radicalismo Pequeno-Burguês de Fachada Socialista, Lisboa, Edições Avante!. 1974.

[Edição legal do texto de Cunhal na luta contra o esquerdismo pós-Maio de 1968.]

“Os anos 60 em Portugal , hoje”, Vértice, 26, Maio 1990

“Como foram organizadas as manifestações de 31 de Janeiro de 1962 no Porto”, Avante!, Suplemento 6/5/1981

O Congresso Democrático de Aveiro Uma Vitória a Consolidar alargando o movimento unitário de massas, Avante! , Maio de 1973

“Da cadeia para a liberdade passando por um cenitério”, Avante!, 2/4/81

[Relato da fuga de Jorge Araujo e Silva Marques em 1962.]

Tiago Fernandes, Nem Ditadura, Nem Revolução. A Ala Liberal e o Marcelismo (1968-1974), Lisboa, Dom Quixote, 2006

Tom Gallagher. “The Portuguese Communist Party and Eurocommunism”. Political Quaterly. 50, 1979

António Gervásio, Lutas de Massas em Abril e Maio de 1962 no Sul do País , Lisboa, Edições Avante! , 1996

“La “Junte patriotique” et les comunistes portugais”. Est et Ouest, 280. 1-15 Junho 1962

Maria Rosalina Labaredas, “1º de Maio de 1962, no Couço. Vitória dos campnenses na luta pelas oito horas”, O Jornal, 19/4/1983

Luís Leiria, “A Geração de 70”, Vida Mundial, Dezembro de 1998

(PCP ), O Governo de Marcelo Caetano , Tentativa de Salvar a Ditadura, Lisboa,Edições Avante !,1997

António Melo, “Cheias – a Censura não aguentou”, Pública, nº79, 23/11/1997

António Melo, “Cheias – o aniversário de Ana Lucas”, Pública, nº79, 23/11/1997

“Objectifs et tactique du PCP”, Est et Ouest, 258, 16-31 Maio 1961

[Referência ao artigo do Pravda a propósito do 40º Aniversário do PCP.]

(José Pacheco Pereira), “Fontes para a história do PCP: duas cartas de Pedro Soares / “Luigi” de Abril de 1974, Estudos sobre o Comunismo, 7/3/2005

(José Malaquias Pinela / Tolentino Pereira Lourenço / Alberto Costa / Alvaro Pestana / Guilherme Martins Bucho / .Joaquim Custódio Leocádio), .”15 de Marco – subsidio para a histôria do siridicalismo em Portugal”, 0 Trabalhador do Comércio, 3, Marco-Abril 1976

[Mesa-redonda corn participantes na manifestação dos Caixeiros de Lisboa, 1971.]

M(alaqulas) P(inela), “Os Trabaihadores do Comércio – sua contribuição para a história sindical no período marcelista”., 0 Trabalhador do Comércio, 7, Nov.-Dez. 1976

José Malaquias Pinela, A Manifestação dos Caixeiros de 15 de Março de 1971 e a Luta das 4 Horas , Lisboa, Federação Portuguesa dos Sindicatos do Comércio, 15 de Março de 1981

Portugal Hoje, Suplemento Especial. 1 /5/1981.

[Sobre o 1º de Maio. corn referências a actividade de preparacáo clandestina de 10 de Maio de 1974.]

Portugal Socialista (Maio de 1967 – Dezembro de 1973) CDROM, Fundação Mário Soares, 2004.

“1º de Maio contra o fascismo”., Avante!, Suplemento 6/5/1981.

[Sobre o 1º de Maio de 1962.]

Maria Cândida Proença (Org.), Maio de 1968 – 30 anos depois. Movimentos estudantis em Portugal, Lisboa, FCSH da UNL-Colibri.1999.

David Raby, “Transatlic Intrigues : Humberto Delgado, Henrique Galvão and the Portuguese Exiles in Brasil and Marocco 1961-62”, Portuguese Journal of Social Science, vol. 3, 3, Dez. 2004.

Dawn Linda Raby, “Portuguese Exile Politics. The “Frente Patriótica de Libertação Nacional “, Luzo-Brasilian Review, vol. 31, 1, Verão 1994.

Matilde Ramalho, «O segredo do licor», Expresso, 16 de Março de 1996.

[Artigo referente às comemorações do 50º aniversário do PCP, ainda na clandestinidade.]

Vasco Rato, “O PCP perante o eurocomunismo”, Revista de Ciência Política,6, 2º Semestre 1987.

Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004.

Manuel Sertório, Entrevista a República, 31/5/1974.

[Para a história das polémicas da FPLN.]

Jorge Wemans, “Os miúdos nas Cheias”, Pública, 23/11/1997.

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FUGAS DE PENICHE E CAXIAS

Gustavo Carneiro, Fuga de Caxias. Dedicação à prova de bala

“Foi há 28 anos. A fuga de Peniche vista pelos que ficaram”, Avante!, 14/1/1988

[Depoimentos de José Vitoriano, Severiano Falcão, Borges Coelho e Manuel Andrade.]

“Fuga de Peniche: voltar a liberdade para continuar a luta”, Avante!, 10/1/1980

“1961 – a fuga de Caxias”, Avante!, 27/12/1974

[Entrevistas com parcipantes.]

António Alexandre Tereso, Fuga de Caxias no carro blindado do Salazar, Lisboa, Edições Sociais, s.d.

ver ANTÓNIO TERESO

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GUERRA COLONIAL

Rui Bebiano, “As Esquerdas e a Oposição à Guerra Colonial”, A Guerra do Ultramar: Realidade e Ficção. Actas do II Congresso sobre a Guerra Colonial, Lisboa, Editorial Notícias – Universidade Aberta. 2002

Rui Bebiano “A resistência interna à Guerra Colonial”, História, 51, III série, Dezembro, 2002

CIDAC, A Cor das Solidariedades pela Justiça e Equidade nas Relações Internacionais. 30 Anos do CIDAC, Lisboa, CIDAC, 2004

Eduardo Mayone Dias, “Janeiro-Junho de 61 . O eclodir da guerra em Angola visto pela imprensa lisboeta”, História, 129 Junho 1990

Mário Pádua, “Falsificação da História. O “exemplo” de uma tese”, O Militante, 285, Nov- . Dez. 2006

[Crítica à tese de Judith Manya sobre o PCP e a questão colonial.]

Rui Azevedo Teixeira, Guerra Colonial. Realidade e Ficção, Lisboa Editorial Notícias, 2001

Rui de Azevedo Teixeira, A Guerra Colonial e o Romance Português, Lisboa, Editorial Notícias, 1998

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CRISE ESTUDANTIL DE 1962

Anselmo Aníbal, “A proposito do 24 de Março de há 20 anos”, Diário de Lisboa, 25/3/1982

“Estudantes de 1962 recordam a “crise académica”“, Jornal da Educação, 54, Abril 1982

João Pedro Ferro (Org.) A Primavera que Abalou o Regime. A Crise Académica de 1962, Lisboa, Presença, 1996

Maria Antónia Fiadeiro, “Crise Academica de 62: memória na primeira pessoa”, Diário de Lisboa, 24/4/1982

Eurico de Figueiredo, “Movimento Estudantil de 62 provocou a maior crise estrutural do fascismo”, Entrevista ao Portuqal Hoie, 24/3/1982

Álvaro Garrido, Movimento estudantil e crise do Estado Novo: Coimbra 1962. Coimbra, Livraria Minerva, 1996

Maria Antónia Palla, “24 de Março de 1962: tão amigos que nós eramos”, Expresso, 26/3/82

Daniel Ricardo, “Greve academica de 62 uma grande batalha contra a ditadura”, O Jornal, 19/3/1982

Daniel Ricardo, “Contra os bastões lucidez e unidade”, O Jornal, 27/3 a 2/4/1987

[Sobre o movimento estudantil posterior a 1962.]

Rogério Rodrigues, “A geração de 62 sabe dialogar entre si”, O Jornal, 26/3/1982

Rogério Rodrigues, “Crise Academica de 62: a memoria dos anos 20”, O Jornal, 26/3/1982

Rogério Rodrigues,”Crise Academica de 62: os dois anos que abalaram Coimbra”, O Jornal, 2/4/1982

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VI CONGRESSO (1965)

Álvaro Cunhal, Relatório da Actividade do Comité Central ao VI Congresso do P.C.P, Lisboa, Edições Avante!,

[Cobrindo o periodo de 1957 a 1965.]

Joaquim Gomes, “0 VI Congresso do PCP e as tarefas de organização”, Avante!, 18 de Outubro de 1974

Os Congressos do Partido – O VI Congresso Rumo à Vitória!!, Avante!, 6/4/2000

Programa e Estatutos do PCP, Lisboa, Edições Avante!, 1974

[Aprovados no VI Congresso em 1965.]

Aurélio Santos, “O VI Congresso e o seu contributo histórico”, O Militante, 278, Set-Out. 2005

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INVASÃO DA CHECOSLOVÁQUIA

Flausino Torres, Diário da Batalha de Praga. Socialismo e Humanismo, Porto, Edições Afrontamento, 2008.

Cândida Ventura, O”Socialismo” Que Eu Vivi, 0 Jornal, Lisboa, 1984.

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CRISE ESTUDANTIL DE 1969

Vítor Alves / Júlio Roldão, “As Repúblicas – Lutas e Lutos da Academia”, Via Latina, 1985-86

José Gomes Bandeira, “Coimbra, 17 de Abril de 1969: A luta dos estudantes apontava no sentido do socialismo”, Diário de Lisboa, 16/4/77

José Gomes Bandeira, “O 17 de Abril: uma luta para o socialismo com uma linguagem que o fascismo não conhecia”, Diário de Lisboa, 17/7/79.

Miguel Cardina, A Tradição da Contestação. Resistência Estudantil em Coimbra no Marcelismo, Coimbra, Angelus Novus, 2008.

Rui Cardoso, “Do Luto Académico à luta permanente”, Expresso (Revista), 23/3/2002

A crise académica: Coimbra 17 de Abril de 1969, Coimbra, Câmara Municipal, 1999

Celso Cruzeiro, Coimbra , 1969 : A Crise Académica, o Debate das Ideias e a Prática, Ontem e Hoje, Porto, Ediçôes Afrontamento, 1989

Maria Manuela Cruzeiro / Rui Bebiano (Org.) Anos Inquietos. Vozes do Movimento Estudantil em Coimbra (1961-1974), Porto, Afrontamento, 2006

Marta Benamor Duarte, Foi apenas um começo – o movimento estudantil de 1969 em Lisboa e Coimbra. Tese de Mestrado apresentada à FCSH da UNL, depositada na Fundação Mário Soares

Alberto Marins, “Coimbra 1969: estudantes à procura das madrugadas de Abril”. O Jornal da Educaçao, 14, Junho de 1979

Alberto Martins, “Coimbra, 69: um pulsar de liberdade”, Expresso, 17/4/82

João Mário Mascarenhas (coord), Coimbra 69, Lisboa 1999, Lisboa, Biblioteca Museu República e Resistência, 1999

Rui Namorado, “Para uma universidade nova: crónica da crise de 1969 em Coimbra.”, Revista Crítica de Ciências Sociais, nº27-28, 1989

António da Cruz Rodrigues / José Maria Marques / Joaquim Maria Marques, Dossier Coimbra 1969: a crise de Coimbra vista por observadores estranhos aos acontecimentos. Lisboa, Sampedro. s.d.

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ELEIÇÕES DE 1973

Vitor Dias, “Recordações das “eleições” de 1973″ , O Tempo das Cerejas

Recordações das “eleições” de 1973 ( 1 ) Apresentação, 29-09-2008

Recordações das “eleições” de 1973 (2) Na boca do lobo, 30-09-2008

Recordações das “eleições” de 1973 (3) Sintra – o primeiro embate, 01-10-2008

Recordações das “eleições” de 1973 (4) A sessão das Belas-Artes, 04-10-2008

Recordações das “eleições” de 1973 ( 5 ) O cartaz absolutamente proibido, 09-10-2008

Recordações das “eleições” de 1973 ( 6 ) O país era (e é) pequeno,
17-10-2008

Recordações das “eleições” de 1973 ( 7 ) A inesquecível atitude do Prof. Henrique de Barros,  27-10-2008

Recordações das “eleições” de 1973 ( 8 e final) ) Os números da fraude e uma breve conclusão, 28-10-2008

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7.8 – 25 DE ABRIL DE 1974

Jacinto Baptista, Caminhos Para Uma Revolução . Sobre o Fascismo em Portugal a sua Queda, Amadora, Bertrand 1975

Ana Barradas / Ângelo Novo / António Barata, O futuro era agora. O movimento popular do 25 de Abril, Lisboa, Edições Dinossauro, 1994

Gruppe Dr. Katins, Reportagem Sobre Uma Revolução .,TVDDR s.d. (1977)

Branko Lazitch, “Le parti communiste et la “revolution nationale-democratique” au Portugal”. Est et Ouest. 245, 1-l5 Junho 1974

Arnaldo Mesquita, O fim do fascismo e a queda da PIDE no Porto .

Armando Morais, “O trabalho do PCP para a Revolução”, O Militante, 269, Março Abril 2004

Eusebio M. Mujal-Leon. `The PCP and the Portuguese Revolution”, Problems of Communism, January – February, 1977

António Ventura “O papel das forças sócio-políticas na mudança democrática. O caso português.” em Hipólito de la Torre (coord.), Portugal y Espana en el cambio político (1958-1978). Mérida, UNED, Centro Regional de Extremadura, 1989

“25 de Abril de 1974; A primeira delegação oficial do PCP recebida pela Junta de Salvação Nacional”, Avante!, 2.IV.81

[Inclui referências a actividade da C. Executiva do CC do PCP nos ültimos dias da ditadura]

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