Natural da Póvoa de santa Iria era mulher de um militante do PCP e mãe de Alice Capela da Silva. Ingressou na clandestinidade, em 1953, com o marido, regressando à legalidade, quando este foi preso. Depois da libertação deste, ela voltou à clandestinidade, onde viveu com a filha, Alice, e Joaquim Carreira, que também foi preso, numa casa na Pontinha (57-58). Depois foi viver como companheira do funcionário João Alberto Raimundo, também preso, enquanto a filha, que se havia separado dela, foi viver com Adelino Pereira da Silva. Após a prisão de Raimundo, ela foi novamente viver com a filha e Adelino, noutra casa, mas por pouco tempo, pois, por indicação do PCP, foi separada de Alice, para ir viver com Duarte Nuno, em várias casas, no Lumiar e na Damaia. Ao fim de um tempo, a filha reuniu-se-lhes e passaram a viver os três, até serem presos em 1965. Aurora apenas foi solta condicionalmente, em 1 de Abril de 1969.

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