Actualização

A Bibliografia de 2004 está a encerrar. Agradecem-se todas as indicações de omissões.

* «As greves de 8 e 9 de Maio de 1944 – Por aí passou o que hoje somos», O Militante, 270, Maio/Junho 2004

[Artigo da redacção de O Militante com a colaboração do GES, seguindo-se a transcrição do artigo publicado em O Militante, nº 29, Maio de 1944]

* Ilda Soares de Abreu, “Isabel do Carmo” [Entrevista], Faces de Eva, 12, 2004

* Afonso de Albuquerque, “A Medicina traída”, Público, 17/4/2004

[Sobre os médicos da PIDE.]

* Manuel Alegre, Rafael, Lisboa, Dom Quixote, 2004

[Obra de ficção autobiográfica sobre a clandestinidade e o exílio.]

*António Almeida, “Peniche – a Frustração de Uma Visita pela Nossa História”, Público, 10/5/2004

* J. Almeida / A. Machiavelo, José Morgado: in memoriam, (2004)

*São José Almeida, “Libertado pela PIDE para Morrer “, Público, 6 de Março de 2004

[Depoimento de Albertina Diogo sobre a morte de Guilherma da Costa Carvalho.]

*São José Almeida, “PCP, 83 Anos “, Público, 6 e 7 de Março de 2004

[Depoimento autobiográfico de Albertina Diogo.]

*São José Almeida, “Como membro do PCP não pretendo prestar quaisquer declarações” , Público, 3/4/2004

[Entrevista a Teresa Dias Coelho.]

*São José Almeida, “O rádio está avariado”, Público, 18/4/2004

[Depoimento de Francisco Martins Rodrigues sobre a sua prisão.]

*São José Almeida, “A história e as estórias de Maria Isabel Hahnemann Saavedra de Aboim Inglez”, Público, 26 e 27/12/2004

*São José Almeida, “Cartas manifesto de mulheres na prisão de Caxias”, Público, 20/11/2004

[Cartas enviadas por um grupo de mulheres presas em 1961.]

* Álvaro Guerra . Exposição Razões e Liberdade, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, 2004

*Armando Guebuza – Um Pouco de Si. Fotobiografia, Porto, Texto Editora, 2004

*Rosa Asneiros, Resistência, Lisboa, Dom Quixote, 2004

[Obra de ficção sobre a resistência comunista com referências a Álvaro Cunhal e Dinis Miranda]

*Maria João Avillez, Conversas com Álvaro Cunhal e Outras Lembranças, Lisboa, Temas e Debates, 2004

*Ana Barradas, As clandestinas, Lisboa, Ela por Ela, 2004

*Manuela Bernardino, «Fascismo nunca mais», O Militante, 270, Maio/Junho 2004

*Isabel Braga, Entrevista a Irene Pimentel, Público, 2/4/2004

[Conclusões do trabalho de investigação sobre a PIDE.]

*Isabel Braga, “Aprendizes do trabalho sujo do regime”, Público, 1/4/2004

[Sobre a preparação dos agentes da PIDE.]

* António Caeiro, “A peregrinação vermelha”, Expresso, 27/3/2004

[Elementos sobre os maoistas portugueses.]

* Gustavo Carneiro / Isabel Araújo Branco, “Um luta de 48 anos contra o fascismo. A heróica resistência”, Avante!, 8/4/2004

[Entrevista com José Vitoriano.]

* Ana Margarida de Carvalho, “Amanhãs que (ainda) cantam”, Visão, 8/4/2004

[Sobre a adaptação televisiva de um livro de Cunhal]

* Mário de Carvalho, “Autobiografia. Outrora agoras”, Jornal de Letras, 15/9/2004

* Centenário do Nascimento de Armindo Rodrigues 1904-2004. “Voz Arremessada ao Caminho”, Museu do Neo-Realismo, 2004

* CIDAC, A Cor das Solidariedades pela Justiça e Equidade nas Relações Internacionais. 30 Anos do CIDAC, Lisboa, CIDAC, 2004

* João Bénard da Costa, “Os 80 anos de Mário Soares”, Público, 3/12/2004

*Orlando da Costa, Vocações Evocações, Lisboa, Caminho, 2004

*Nuno Crato, “Um físico discreto”, Expresso, 21/2/2004

[Sobre Manuel Valadares, cientista e militante comunista.]

*José Craveirinha, Poemas da Prisão, Porto, Texto Editora, 2004

* Sílvia Souto Cunha, “O revolucionário discreto”, Visão, 17/6/2004

[Sobre Nuno Teotónio Pereira,arquitecto, oposicionista, fundador de Direito à Informação (1963-9), participante na acção da Capela do Rato e preso político libertado em 25 de Abril.]

* Marta Curto, “Teatro a seis tempos”, Público, 28/9/2004

[Sobre teatro e censura.]

* Da Resistência à Liberdade em Vila Franca de Xira, Museu Municipal de Vila Franca de Xira, 2004

* José Fanha (Org.), De Palavra em Punho. Antologia da Resistência de Fernando Pessoa ao 25 de Abril, Porto, Campo das Letras, 2004

*Fernando Piteira Santos – Português, Cidadão do Século XX, 2004

*Eugénio Monteiro Ferreira (Introdução e notas), Cartas de Maria Lamas, Porto, Companhia das Letras, 2004

*Manuel de Pinho Ferreira, A Igreja e o Estado Novo na Obra de D. António Ferreira Gomes, Porto, Fundação SPES, 2004

* Maria Antónia Fiadeiro, “Maria Antónia Palla, feminista e jornalista (Notas para uma biografia)”, Faces de Eva, 12, 2004

* José Farinha. Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, 2004

* Juventude Socialista, Juventude Socialista. 30 Anos de Estórias de Portugal e do Mundo, 2004

* Paulo Lima, O Fado Operário no Alentejo. Séculos XIX-XX. O Contexto do Profanista Manuel José Santinhos, Sons da Tradição, 2004

* Filipa Sousa Lopes, Movimentos da Oposição em Famalicão (Dos finais da década de vinte aos anos cinquenta), Famalicão, Editoraausencia, 2004

* João Madeira, “A morte e o mito nos campos do Sul”, História, 66, Maio 2004

[Sobre Catarina Eufémia.]

* João Madeira, “Bolchevização, funcionários clandestinos e identidade no PCP”, Revista de História das Ideias, Vol. 25, 2004

* Teresa Martins Marques, “Camila Miguéis, Cem anos. Uma testemunha do século”, Jornal de Letras, 21/1/2004

* Dalila Cabrita Mateus, A PIDE/DGS na Guerra Colonial 1961-1974, Lisboa, Terramar, 2004

*António Melo, “Morreu Ângela Vidal – Uma rebelde com causas”, Público, 16/3/2004

*António Melo, “O “Império” das Publicações Europa-América”. Público, 14/4/2004

*António Melo, “O adeus de Lyon de Castro, o “pequeno grande homem” das Publicações Europa-América”. Público, 14/4/2004

* António Melo, “Emídio Guerreiro.” (Entrevista), Público, 5/9/2004

*João Mesquita, “O comunista íntimo”, Grande Reportagem, 20/11/2004

[Sobre Fernando Piteira Santos.]

* Armando Morais, “O trabalho do PCP para a Revolução”, O Militante, 269, Março Abril 2004

*Maria da Piedade Morgadinho, «A Conferência de Abril há 75 anos – Reorganização para a clandestinidade», O Militante, nº270, Maio/Junho 2004

* António Modesto Navarro, Prisão e Isolamento em Caxias, Lisboa, Editorial Avante!, 2004

* José Neves, «A Imaginação da Nação na Historiografia Comunista Portuguesa», Ler História, 46, 2004

* Nuno San-Payo, Galeria de Exposições da Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira, 2004

*Maria José Oliveira, “O meu pai foi toda a vida um lutador”, Público, 9/5/2004

[Recordações autobiográficas de Luisa Irene Dias Amado, incluindo uma memória de seu pai Luis Dias Amado.]

*José Pacheco Pereira, “Lyon de Castro, Piteira Santos, o “Ler” e o PCP”, Público, 15/4/2004; 22/4/2004

*Manuel Pedro, Sonhos de Poeta, Vida de Revolucionário, Lisboa, Edições Avante, 2004

* “A perda dos nossos colegas: J. Morgado e P. Abrantes”, Gazeta da Matemática, 146, Janeiro 2004

[Depoimentos sobre a vida e obra de José Morgado.]

* Micael Pereira, “Como sobrevivi à tortura do sono”, Sábado, 30/7/2004

[Testemunho de Crisóstomo Teixeira, preso em 1964.]

*Pomar Autobiografia, Lisboa, Assírio e Alvim, 2004

*Pomar XVI Desenhos Com um Texto de Mário Dionísio + Desenhos da Prisão e Outros Inéditos, Artemágica, 2004

* Alexandre Pomar, com a colaboração de Natália Vital e de Rosa Pomar, Júlio Pomar – Catalogue raisonné I (1942-1968), Paris, Editions de la Difference, 2004

*Luiz Francisco Rebello, O Passado na Minha Frente, Lisboa, Parceria António Maria Pereira, 2004

*Recordando José Rabaça 1926-1998, Edeline, 2004

*Miguel Urbano Rodrigues, O Tempo e o espaço em que Vivi. II – Revolução e Contra-Revolução na América Latina, Porto, Campo das Letras, 2004

*Fernando Rosas, Portugal no Século XX (1890-1976)- Pensamento e Acção Política, Editorial Notícias, 2004

*Fernando Rosas / Pedro Aires Oliveira (Coordenação), A Transição Falhada. O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974), Lisboa, Editorial Notícias, 2004

[Incluí um estudo de João Madeira sobre as “Oposições de esquerda e a extrema-esquerda”. ]

*Fernando Vieira de Sá, Cartas na Mesa. Recordando Bento de Jesus Caraça e a «Biblioteca Cosmos», Almada. Moinho de Papel, 2004

*António José Saraiva, Crónicas, Lisboa, Quidnovi, 2004

* Andreia Sanches, “Filhos de clandestinos portugueses na URSS”, Pública, 8/8/2004

*José Augusto Seabra, De Exílio em Exílio I – Resistências e Errâncias (1953-1963), Porto, Folio Edições, 2004

* Torcato Sepúlveda, “O padre que enfrentou Salazar”, Grande Reportagem, 14/8/2004

[Sobre o padre Abel Varzim.]

*Maria Augusta Silva, “O homem que editou “escritores malditos”, Diário de Notícias, 12/4/2004

[Sobre Francisco Lyon de Castro.]

* Casimiro Simões, “Da serra da Lousã à Serra Maestra”, Grande Reportagem, 21/8/2004

[Biografia de Adelino Mendes, participante na revolta dos marinheiros de 1936, exilado, e depois activo na revolução cubana.]

* Armando Teixeira, “Greve da CUF do Barreiro em 1943 – “A paralização de braços caídos”, Jornal do Barreiro, 27/2/2004

* Clara Teixeira, “O jogo de futebol que enganou a censura”, Público, 18/3/2004

[Sobre a utilização de um relato de futebol para dar a conhecer a rendição dos militares das Caldas da Rainha.]

* Margarida Tengarrinha, Quadros da Memória, Lisboa, Edições Avante¸2004.

* Clara Viana, “Felizmente, não tomamos o poder”, Público, 5/8/2004

[Sobre o MRPP.]

* Sérgio Vilarigues, “Ida para Angra”, Alentejo Popular, 4/3/2004

* Sérgio Vilarigues, “Um homem feliz em luta” (Entrevista) , Avante!, 23/12/2004

13 pensamentos sobre “

  1. antonietapaulo

    gostaria que se possivel o dr. pacheco pereira,me informa-se se existem alguns livros sobre o pável,pois tenho procurado e não encontro nada . os unicos onde li alguma coisa sobre ele foi,nos que o senhor escreveu sobre o alvaro cunhal.
    envio meu mail

  2. Livros sobre o Pavel?
    Que eu saiba nada mais há além do que JPP escreveu!
    Eu, porém, já ouvira oralmente contar a história dele, em 1975, por alguém que tinha memórias pessoais dos anos 40. Ouvi-a pois em 2ª ou 3ª mão, e a história que ouvi tinha um fundo de verdade mas também muita lenda, conforme pude verificar pelo livro do JPP, que deve ser a única coisa escrita existente sobre o assunto.
    Os comunistas sempre foram muito eficientes a “apagar” da História os caídos em desgraça.

  3. Antonieta Paula,
    Posso fazer-lhe uma proposta (honesta)?
    … eu envio-lhe endereços virtuais pelos quais pode deambular à procura de Pável…
    … em troco de uma explicação fácil e resumida (“please” não gosto de puxar muito pela cabeça)…
    sobre o que é Pável. Reafirmo a necessidade de haver o “introdução” fácil ao tema… senão ninguém entende (porra)e perde-se logo todo o interesse sobre o tema.

    Ora cá vai…

    Sobre a palavra “PAVEL” seguem (ao acaso) alguns dos sítios na “net” que encontrei (ao acaso)através do motor de busca do yahoo:

    http://www.artcyclopedia.com/artists/tchelitchew_pavel.html

    http://www.pbfc.org/Russ/russ-news1.html

    http://www.pbfc.org/Russ/russ-news1.html

    http://www.pbfc.org/burehist.html

    Sobre a palavra “LIBRARY” encontrei um sítio que se chama:

    http://www.bl.uk/ , através do qual se pode aceder a vários “PAVEL”, à escolha do freguês entre os vários endereços que se podem optar no:

    http://vincent.bl.uk/cgi-bin/dialogserver?db=website

  4. (irra, tinha que ‘gralhar’)
    Peço desculpa e faço a correcção: queria escrever Antonieta Paulo, claro.

  5. Forasteira,
    se tivesse lido o 1º volume do livro de JPP sobre a “biografia de Cunhal” – coisa que em geral terão feito os que aqui vêm a este blog – saberia que Pavel era o pseudónimo de Francisco Paula de Oliveira, o dirigente do PCP nos anos 30 que despertou Cunhal para a pintura e foi seu guia no Louvre – apesar de ser apenas um operário arsenalista…
    … e que, caído em desgraça na época dos processos de Moscovo nos anos 30, foi dado como traidor e teve de fugir à PVIDE e ao Komintern assumindo a identidade de um miliciano morto na guerra de Espanha e fugindo para o México, onde se tornou um reputado crítico de arte.

  6. Pinto de Sousa,
    Não tendo grande tempo, disponibilidade e vontade para ler muitos livros, agradeço a sua amabilidade. É sempre bom estar informada.

  7. antonietapaulo

    Ao pinto de sá e já agora à forasteira:
    foi ao ler os livros da biografia do alvaro cunhal do jpp, que achei fantásticos , que ouvi falar e vi as fotografias de francisco de paula oliveira .como nunca tinha ouvido falar dele, achei a sua figura de importância na história.Qual é porém o meu espanto que ao começar a pesquisar nada tenha encontrado.Parecia que a pessoa nunca tinha existido.Sei que antes de falecer deu uma entrevista à revista sábado ou à visão ´não tenho bem a certeza. Mas gostava de encontrar qualquer coisa.A quem sober agradecia que me enviasse.antonietapaulo@mail.pt

  8. Voltando a Francisco Paula de Oliveira, imagino que seja proveitoso conhecer os contextos (internacionais) em que se movimentaram alguns membros e ex-membros do partido comunista português. Não tendo relação directa com Pavel, pode ser que tenha interesse o que passo a citar(lido no endereço http://arn.espora.org/article.pl?sid=04/01/11/2315219&mode=thread )

    “Alguien muy respetado por su rigor como cronista del movimiento obrero venezolano, Bernardo Pérez Salinas, nos dice: ‘Huyendo de la represión desatada, llegaron a la zona del Mar caribe grupos de anarcosindicalistas y socialistas españoles que trataban de establecerse en estos países’ (6). Al respecto, Rodolfo Quintero militante y fundador del Partido Revolucionario Venezolano (PRV) agrega: ‘En más de una ocasión me reuní con algunos de estos anarcosindicalistas. Los gremios de panaderos, tranviarios, telefónicos y otros organismos denominados de ‘mutuos auxilios’, fueron seriamente infiltrados por las ideas de Proudhon y Bakunin’ (7). Es de suponer que si aquellos gremios fueron ‘infiltrados’ por los anarcosindicalistas, fue porque los razonamientos y la argumentación ofrecida por ellos era la interpretación exacta y objetiva de la realidad sociológica venezolana.

    Más adelante y en el mismo texto, Quintero apunta: ‘La primera gente extranjera que llegó eran anarcosindicalistas, le metían a uno a Bakunin mas que a Marx por los ojos, porque eran italianos y españoles, que eran los dos sitios de Europa donde el anarcosindicalismo llegó a tener más fuerzas. Eran individuos peleadores, que no querían conciliación de clases. Los anarquistas decían inclusive que los marxistas eran gente de conciliación; luchaban contra el Estado. Dejaron una siembra que yo diría positiva en un noventa por ciento, porque formó los primeros cuadros sindicales aquí.'(7)

    En todo caso, los sindicalistas anarquistas cumplieron una labor protagónica en el país. Ellos contribuyeron a organizar a los trabajadores, a activar los conflictos huelgarios y a impulsar la propaganda anticapitalista. En la década de 1930 se presentan en el escenario publico muy debilitados, pero los mas destacados militantes laborales que luego de la muerte física del viejo tirano de los Andes alcanzan figuración, habrán recibido de ellos las primeras lecciones de lucha obrera. Luego, Acción Democrática y el Partido Comunista de Venezuela los absorberán completamente en los años posteriores.

    En los años 40 y 50 llegan a nuestras costas exilados anarquistas españoles provenientes de República Dominicana, con el peso de la Derrota de la Guerra Civil Española en sus espaldas.” (sic)
    http://arn.espora.org/article.pl?sid=04/01/11/2315219&mode=thread

  9. Pedro Ramos Pinto

    Boa Tarde! Procuro uma referencia bibliografica, e se alguem me pudesse ajudar seria optimo.

    Alguem conhece alguma boa resenha sobre a influencia da URSS e do Partido Comunista Russo sobre os PCs de outros paises a partir da extincao do Comintern?

    Obrigado,

    Pedro

  10. antonietapaulo

    Pedro Ramos Pinto:o quê que andas aqui a fazer?
    É feio espreitar na porta do vizinho…

  11. moinho de papel - livros e multimédia, lda.

    Há uma gralha no nome do autor de CARTAS NA MESA -RECORDANDO BENTO DE JESUS CARAÇA E A «BIBLIOTECA COSMOS»: O autor chama-se FERNANDO Vieira de Sá e não Francisco Vieira de Sá. Aproveitamos para informar que está no prelo novo volume de memórias, este sobre as andanças pelo mundo, enquanto técnico da FAO.

  12. João Canto e Castro

    Na bibliografia, falta o artigo do prof. Rui Ramos (ICS) sobre o dr. Álvaro Cunhal. Foi publicado no livro “Outra opinião – Ensaios de História”, na colecção de inéditos lançada pelo semanário “O Independente”.

    JCC

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