LIVRO SOBRE AS “COMPANHEIRAS” CLANDESTINAS

Foi publicado um novo livro de Ana Barradas sobre as “companheiras” das casas do partido. Lê-se no texto da contra-capa: «As mulheres das casas ilegais não assumiam apenas uma identidade falsa, tinham de construir uma ficção em volta de si próprias e transformar-se aos olhos dos de fora em algo que não eram. Quando uma casa era assaltada pela polícia e não se podia já evitar a sua queda, a “amiga da casa” tinha duas tarefas muito específicas a realizar: queimar apontamentos, notas, imprensa partidária e, se possível, proteger a fuga do companheiro, deixando-se apanhar em seu lugar para ganhar tempo e desviar a atenção dos agentes.»

Segue o índice :

Índice
Introdução
A clandestinidade do PCP, a oposição e a polícia fascista
Situação da mulher trabalhadora
A mulher, “esteio da família e da ordem social”
Oposição das mulheres ao regime
As casas do partido
As comunistas, o casamento e a família
2º Congresso: “abertura” para as mulheres
O 3Páginas
Como viviam as clandestinas
Tipografias do Partido
As comunistas e a moral sexual
Machismo no partido
Prisão, tortura, julgamento e condenação
Porque aderiam as mulheres ao Partido?
O partido que resistiu a regime
Prisões e lutas de mulheres. Repressão sobre as democratas e militantes
Notas biográficas de mulheres clandestinas
Bibliografia

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