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	<title>ComentÃ¡rios para ESTUDOS SOBRE O COMUNISMO</title>
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	<description>OS MOVIMENTOS RADICAIS DA ESQUERDA E A OPOSIÇÃO AO ESTADO NOVO</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 16:38:23 +0000</pubDate>
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		<title>ComentÃ¡rio em José Pacheco Pereira - KARL MARX E O SEU DESTINO por Pinto de Sá</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/08/23/jose-pacheco-pereira-karl-marx-e-o-seu-destino/#comment-8123</link>
		<dc:creator>Pinto de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Aug 2008 13:24:49 +0000</pubDate>
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		<description>Dizia Marx: a teoria (marxista) só se transforma numa força material quando penetra nas massas. E Lénine: Por si só, o proletariado nunca alcança a visão do seu próprio papel histórico, e não ultrapassa, na sua luta, as reivindicações de melhores condições de vida dentro do quadro capitalista (trade-unionismo). Para que se torne revolucionário, para que se invista no seu próprio papel histórico, é preciso que o proletariado assimile a teoria (marxista). Mas esta é gerada na classe que detém o conhecimento científico, a burguesia! É, portanto, necessário que os intelectuais burgueses que desejam a revolução levem a teoria ao proletariado. É esse o papel do partido (marxista-leninista). Ora, a meu ver, existe nesta visão um claro paralelismo com o papel atribuído à Igreja pelo cristianismo. E particularmente interessante é como o intelectual marxista vê a sua vontade revolucionária individual como um fruto ela própria da luta de classes que pretende promover – tal como o cristão vê a sua fé não como uma opção individual mas como um fruto da “graça”…</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dizia Marx: a teoria (marxista) só se transforma numa força material quando penetra nas massas. E Lénine: Por si só, o proletariado nunca alcança a visão do seu próprio papel histórico, e não ultrapassa, na sua luta, as reivindicações de melhores condições de vida dentro do quadro capitalista (trade-unionismo). Para que se torne revolucionário, para que se invista no seu próprio papel histórico, é preciso que o proletariado assimile a teoria (marxista). Mas esta é gerada na classe que detém o conhecimento científico, a burguesia! É, portanto, necessário que os intelectuais burgueses que desejam a revolução levem a teoria ao proletariado. É esse o papel do partido (marxista-leninista). Ora, a meu ver, existe nesta visão um claro paralelismo com o papel atribuído à Igreja pelo cristianismo. E particularmente interessante é como o intelectual marxista vê a sua vontade revolucionária individual como um fruto ela própria da luta de classes que pretende promover – tal como o cristão vê a sua fé não como uma opção individual mas como um fruto da “graça”…</p>
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	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em SOBRE O DOSSIER TARRAFAL por Carlos Gil</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/10/26/sobre-o-dossier-tarrafal/#comment-8121</link>
		<dc:creator>Carlos Gil</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 00:50:28 +0000</pubDate>
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		<description>fui amigo do seu filho, Vasco "Vasquinho" Duque Fonseca, em LM, Moçambique; smos sensivelmente da mesma idade, ele era baterista em grupos musicais-pop rock. na tropa, que fez antes do 25A foi "comando", tendo sido ferido com estilhaços de granada num acidente poer descuido dum camarada. embora já não o veja há mais de trinta anos. casou com a Mizé, com quem julgo que ainda vive, por referências muito vagas que se ouvem um pouco aqui e ali</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>fui amigo do seu filho, Vasco &#8220;Vasquinho&#8221; Duque Fonseca, em LM, Moçambique; smos sensivelmente da mesma idade, ele era baterista em grupos musicais-pop rock. na tropa, que fez antes do 25A foi &#8220;comando&#8221;, tendo sido ferido com estilhaços de granada num acidente poer descuido dum camarada. embora já não o veja há mais de trinta anos. casou com a Mizé, com quem julgo que ainda vive, por referências muito vagas que se ouvem um pouco aqui e ali</p>
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	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em MAIO DE 1968 VISTO DE BERKELEY por H</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/04/10/maio-de-1968-visto-de-berkeley/#comment-8115</link>
		<dc:creator>H</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 16:33:15 +0000</pubDate>
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		<description>Excellent piece. As someone who was young in 1968 it's difficult to explain to people the possibilities we felt were before us in that magnificent year. Suffice it to say that the working class have been punished by their employers and their governments ever since.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excellent piece. As someone who was young in 1968 it&#8217;s difficult to explain to people the possibilities we felt were before us in that magnificent year. Suffice it to say that the working class have been punished by their employers and their governments ever since.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em Luís Ribeiro - SOBRE A GRANDE FOME DE 1932-3 NA UCRÂNIA (&#8221;HOLODOMOR&#8221;) por Chico Sousa</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/05/14/luis-ribeiro-sobre-a-grande-fome-de-1932-3-na-ucrania-holodomor/#comment-8113</link>
		<dc:creator>Chico Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 19:45:42 +0000</pubDate>
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		<description>Comprometimentos:
Se um autor é comprometido ideologicamente essa é uma má razão?

Para fazer investigação que eu saiba deve-se ser o mais imparcial possível, mas será que quando procuramos indicios do passado eles não nos desmentem?

Dogmas, quem faz a investigação deve seguir para ela sem dogmas, e existe sempre uma opinião contrária, quando aceitamos de livre vontade o que nos apresentam, sem questionar estamos sem dúvida perante um processo de repetição de ideias pré concebidas.

Quanto a autores dignos de atenção, devido às suas reconhecidas qualificações, logo aí estamos a ser selectivos. 

Sobre a fome na Ucrânia e outros assuntos, a campanha montada no Ocidente em relação à Ex-URSS, foi sempre feita em moldes ideológicos, numa luta que existiu e ainda hoje existe, o Império do Mal, como alguns lhe chamavam, onde muitas vezes se amplificou o que de facto acontecia, numerosos escritos mostram o que passava para lá da chamada "Cortina de Ferro", mas de uma maneira imperceptível vem a propaganda dissimulada anti-soviética incluída.

Quanto às tomadas de posição por parte de alguns parlamentos sobre a fome na Ucrânia, é caso para dizer que aproveitando o tema em questão se condena tudo o que foi feito na antiga União Soviética, e aí sim tenta-se misturar o trigo e joio.

Ver de perto os documentos sempre dá outra impressão das coisas, temos pena que quando alguém que investiga e mostra outra visão, a intolerância aparece logo.  Conta saber mais se a opinião ou descrição que o autor faz, se são crediveis as fontes utilizadas.
Temos que ouvir os outros! Por muito que a sua opinião não nos agrade, chama-se a isto Democracia!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comprometimentos:<br />
Se um autor é comprometido ideologicamente essa é uma má razão?</p>
<p>Para fazer investigação que eu saiba deve-se ser o mais imparcial possível, mas será que quando procuramos indicios do passado eles não nos desmentem?</p>
<p>Dogmas, quem faz a investigação deve seguir para ela sem dogmas, e existe sempre uma opinião contrária, quando aceitamos de livre vontade o que nos apresentam, sem questionar estamos sem dúvida perante um processo de repetição de ideias pré concebidas.</p>
<p>Quanto a autores dignos de atenção, devido às suas reconhecidas qualificações, logo aí estamos a ser selectivos. </p>
<p>Sobre a fome na Ucrânia e outros assuntos, a campanha montada no Ocidente em relação à Ex-URSS, foi sempre feita em moldes ideológicos, numa luta que existiu e ainda hoje existe, o Império do Mal, como alguns lhe chamavam, onde muitas vezes se amplificou o que de facto acontecia, numerosos escritos mostram o que passava para lá da chamada &#8220;Cortina de Ferro&#8221;, mas de uma maneira imperceptível vem a propaganda dissimulada anti-soviética incluída.</p>
<p>Quanto às tomadas de posição por parte de alguns parlamentos sobre a fome na Ucrânia, é caso para dizer que aproveitando o tema em questão se condena tudo o que foi feito na antiga União Soviética, e aí sim tenta-se misturar o trigo e joio.</p>
<p>Ver de perto os documentos sempre dá outra impressão das coisas, temos pena que quando alguém que investiga e mostra outra visão, a intolerância aparece logo.  Conta saber mais se a opinião ou descrição que o autor faz, se são crediveis as fontes utilizadas.<br />
Temos que ouvir os outros! Por muito que a sua opinião não nos agrade, chama-se a isto Democracia!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em LIVROS SOBRE OS MOVIMENTOS REVOLUCIONÁRIOS por Walter Thys</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/05/12/livros-sobre-os-movimentos-revolucionarios/#comment-8112</link>
		<dc:creator>Walter Thys</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 10:33:42 +0000</pubDate>
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		<description>Best thanks to Niall Binns (20 October 2007)

from Walter Thys</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Best thanks to Niall Binns (20 October 2007)</p>
<p>from Walter Thys</p>
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	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em FUNDAÇÃO FERNANDO VALLE por albano moura</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/05/29/fundacao-fernando-valle/#comment-8092</link>
		<dc:creator>albano moura</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 May 2008 03:03:52 +0000</pubDate>
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		<description>muitos parentes meus inclusivé minha mãe,trabalharam para este ilustre senhor e eu tive algumas palestras com o doutor Fernando todos nós dizemos em unissono:que grande criatura Deus nos deu!
Uma vez na ponte velha,e estando eu a contemplar a paisagem a montante do rio,o doutor ao passar junto a mim comentou:o que se observa daqui é bem lindo não é?e rematou:côja é toda assim!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>muitos parentes meus inclusivé minha mãe,trabalharam para este ilustre senhor e eu tive algumas palestras com o doutor Fernando todos nós dizemos em unissono:que grande criatura Deus nos deu!<br />
Uma vez na ponte velha,e estando eu a contemplar a paisagem a montante do rio,o doutor ao passar junto a mim comentou:o que se observa daqui é bem lindo não é?e rematou:côja é toda assim!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em MORTE DE FRANCISCO MARTINS RODRIGUES (1927-2008) por TAVARES</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/04/22/morte-de-francisco-martins-rodrigues-1927-2008/#comment-8085</link>
		<dc:creator>TAVARES</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2008 10:01:26 +0000</pubDate>
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		<description>Grande perda deste camarada e revolucionário. Ideologos de grande inteligencia como este camarada, cada vez mais raros.Perdem a classe oprimida e os povos que lutam pela sua independencia e o socialismo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grande perda deste camarada e revolucionário. Ideologos de grande inteligencia como este camarada, cada vez mais raros.Perdem a classe oprimida e os povos que lutam pela sua independencia e o socialismo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em COLÓQUIO INTERNACIONAL - MAIO 68 - POLÍTICA - TEORIA - HISTÓRIA por MARIA APARECIDA DA SILVA</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/03/27/coloquio-internacional-maio-68-politica-teoria-historia/#comment-8084</link>
		<dc:creator>MARIA APARECIDA DA SILVA</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 19:31:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=628#comment-8084</guid>
		<description>Parabenizo pelo evento que acompanho virtualmente do Brasil. Solicito informações sobre a possibilidade de obter cópias dos estudos apresentados pelos conferencistas. Há interesse neste material para estudo com alunos de graduação e mestrado em Educação, pois há um silêncio no currículo sobre esse tema.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabenizo pelo evento que acompanho virtualmente do Brasil. Solicito informações sobre a possibilidade de obter cópias dos estudos apresentados pelos conferencistas. Há interesse neste material para estudo com alunos de graduação e mestrado em Educação, pois há um silêncio no currículo sobre esse tema.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE JOSÉ GREGÓRIO (1908-2008) por Igor</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/04/06/comemoracoes-do-centenario-do-nascimento-de-jose-gregorio/#comment-8079</link>
		<dc:creator>Igor</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2008 03:20:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=671#comment-8079</guid>
		<description>Surgiu-me, ao ler esta entrada, uma dúvida acerca do legado ideológico de José Gregório para a qual gostaria que o senhor JPP tivesse resposta.
Há já uns anos atrás tive em mãos uma colecção de documentos de propaganda de uma série de partidos e organizações Maoístas e Enveristas portuguesas e num desses panfletos atacava-se então o PCP dizendo que este partido teria "traído" a memória e o trabalho de dirigentes como José Gregório ou Militão Ribeiro. Ora isto para mim foi motivo de espanto e dúvida dado que nunca tinha visto por parte de uma organização Maoísta/Enverista tais referências elogiosas ao passado do PCP, particularmente ao período entre a "conciliação" de 44-47 e o V Congresso de 57, onde a actividade de José Gregório foi bem destacada dentro do PCP. Lamentavelmente não me recordo já de qual a organização que publicou esse documento, mas julgo que seria o PCP-ML, não tendo a certeza.
A minha dúvida é a seguinte: para José Gregório ter sido elogiado por Maoístas/Enveristas terá ele entrado em conflito com as linhas dirigentes do PCP (primeiro Júlio Fogaça e depois Álvaro Cunhal) sendo por isso afastado (ao contrário da versão oficial do PCP que afirma motivos de saúde para o seu afastamento do CC em 55)? E se assim for, estará o PCP actual a ocultar dados relativamente ao passado de José Gregório dentro do PCP?

Cumprimentos e saudações</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Surgiu-me, ao ler esta entrada, uma dúvida acerca do legado ideológico de José Gregório para a qual gostaria que o senhor JPP tivesse resposta.<br />
Há já uns anos atrás tive em mãos uma colecção de documentos de propaganda de uma série de partidos e organizações Maoístas e Enveristas portuguesas e num desses panfletos atacava-se então o PCP dizendo que este partido teria &#8220;traído&#8221; a memória e o trabalho de dirigentes como José Gregório ou Militão Ribeiro. Ora isto para mim foi motivo de espanto e dúvida dado que nunca tinha visto por parte de uma organização Maoísta/Enverista tais referências elogiosas ao passado do PCP, particularmente ao período entre a &#8220;conciliação&#8221; de 44-47 e o V Congresso de 57, onde a actividade de José Gregório foi bem destacada dentro do PCP. Lamentavelmente não me recordo já de qual a organização que publicou esse documento, mas julgo que seria o PCP-ML, não tendo a certeza.<br />
A minha dúvida é a seguinte: para José Gregório ter sido elogiado por Maoístas/Enveristas terá ele entrado em conflito com as linhas dirigentes do PCP (primeiro Júlio Fogaça e depois Álvaro Cunhal) sendo por isso afastado (ao contrário da versão oficial do PCP que afirma motivos de saúde para o seu afastamento do CC em 55)? E se assim for, estará o PCP actual a ocultar dados relativamente ao passado de José Gregório dentro do PCP?</p>
<p>Cumprimentos e saudações</p>
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	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em MARCELO E A OPOSIÇÃO - CRONOLOGIA E DOCUMENTOS DE UMA POLÉMICA (Actualizado) por Ângelo Ochôa</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/04/07/marcelo-e-a-oposicao-cronologia-e-documentos-de-uma-polemica/#comment-8077</link>
		<dc:creator>Ângelo Ochôa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 15:35:54 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=661#comment-8077</guid>
		<description>Posso asseverar, por experiência própria, e afirmo nunca ter sido comunista antes de 25 de Abril de 1974, que nem só os comunistas «os do reviralho» (como se dizia) eram perseguidos no regime de Salazar e de Caetano. É que além da PIDE-DGS havia uma tentacular e omnipresente polícia de costumes hoje impossível de ser estudada porque tinha tanto de sórdido como de sinistro tã tentacular  que nada lhe escapava. Evidentemente que uma e outra («PIDE» e «Polícia de costumes») eram nada mais do que irmãs gémeas e indiferenciáveis. Não poderei esquecer uma subida minha ao Porto onde a cada esquina um «inimigo» e não «um amigo» como na ex-libris canção Grandola, Vila Morena do «acossado» Zeca se canta. E «esses-sem-rosto» nunca deixavam seus créditos por mão alheias. Os jovens que hoje vivem uma democracia pesem embora as falhas bem humanas de que enferma em que se pode gritar liberdade, acreditem que por menos do que isso muitos no tempo da «outra senhora» iam de braçao aperrado responder à esquadra próxima e até -- mais súbtil estratégia -- passavam longas «curas reeducativas» em hospitais, hospícios e asilos -- outros «campos de concentração» bem pouco estudados. Não era preciso ser comunista, assevero, bastava amar a liberdade com a vida!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Posso asseverar, por experiência própria, e afirmo nunca ter sido comunista antes de 25 de Abril de 1974, que nem só os comunistas «os do reviralho» (como se dizia) eram perseguidos no regime de Salazar e de Caetano. É que além da PIDE-DGS havia uma tentacular e omnipresente polícia de costumes hoje impossível de ser estudada porque tinha tanto de sórdido como de sinistro tã tentacular  que nada lhe escapava. Evidentemente que uma e outra («PIDE» e «Polícia de costumes») eram nada mais do que irmãs gémeas e indiferenciáveis. Não poderei esquecer uma subida minha ao Porto onde a cada esquina um «inimigo» e não «um amigo» como na ex-libris canção Grandola, Vila Morena do «acossado» Zeca se canta. E «esses-sem-rosto» nunca deixavam seus créditos por mão alheias. Os jovens que hoje vivem uma democracia pesem embora as falhas bem humanas de que enferma em que se pode gritar liberdade, acreditem que por menos do que isso muitos no tempo da «outra senhora» iam de braçao aperrado responder à esquadra próxima e até &#8212; mais súbtil estratégia &#8212; passavam longas «curas reeducativas» em hospitais, hospícios e asilos &#8212; outros «campos de concentração» bem pouco estudados. Não era preciso ser comunista, assevero, bastava amar a liberdade com a vida!</p>
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