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	<title>ComentÃ¡rios para ESTUDOS SOBRE O COMUNISMO</title>
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	<description>OS MOVIMENTOS RADICAIS DA ESQUERDA E A OPOSIÇÃO AO ESTADO NOVO</description>
	<lastBuildDate>Thu, 04 Apr 2013 19:46:32 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ComentÃ¡rio em IMPRENSA CLANDESTINA DO PCP: O CAMPONÊS por amouta</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2009/03/24/imprensa-clandestina-do-pcp-o-campones/#comment-8568</link>
		<dc:creator><![CDATA[amouta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 19:46:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=983#comment-8568</guid>
		<description><![CDATA[Independentemente da origem da colecção ser muito interessante, este jornal foi importante no seu tempo. É pena que o seu conteúdo não esteja disponível no site do PCP (como está o TÊXTIL, o AVANTE! e outros jornais).
O conteúdo do jornal era por vezes desconcertante. Embora a maioria dos números possa conter de facto notícias e orientações relativas às condições de vida e lutas populares, por vezes o espaço dedicado a outras questões é difícil de entender.
Por exemplo, tenho um número de 1952 em formato próximo do A4 quase inteiramente preenchido por um discurso de Estaline proferido numa ocasião que hoje parece irrelevante, com a menção detalhada de todas as interrupções por aplausos e a ovação final, quando pareceria muito mais proveitoso referir-se às chamadas &quot;lutas populares&quot;. Outro que eu tenho de 1953 cujo conteúdo principal é esse mesmo, as &quot;lutas populares&quot;, tem metade do tamanho do outro... Questões de prioridades?
Abraço
Augusto Mouta]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Independentemente da origem da colecção ser muito interessante, este jornal foi importante no seu tempo. É pena que o seu conteúdo não esteja disponível no site do PCP (como está o TÊXTIL, o AVANTE! e outros jornais).<br />
O conteúdo do jornal era por vezes desconcertante. Embora a maioria dos números possa conter de facto notícias e orientações relativas às condições de vida e lutas populares, por vezes o espaço dedicado a outras questões é difícil de entender.<br />
Por exemplo, tenho um número de 1952 em formato próximo do A4 quase inteiramente preenchido por um discurso de Estaline proferido numa ocasião que hoje parece irrelevante, com a menção detalhada de todas as interrupções por aplausos e a ovação final, quando pareceria muito mais proveitoso referir-se às chamadas &#8220;lutas populares&#8221;. Outro que eu tenho de 1953 cujo conteúdo principal é esse mesmo, as &#8220;lutas populares&#8221;, tem metade do tamanho do outro&#8230; Questões de prioridades?<br />
Abraço<br />
Augusto Mouta</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em EM MEMÓRIA DA STELLA por amouta</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2009/01/29/em-memoria-da-stella/#comment-8567</link>
		<dc:creator><![CDATA[amouta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 19:21:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=925#comment-8567</guid>
		<description><![CDATA[Parece-me que a história do PCP, como as outras organizações comunistas à sua esquerda, é uma história de pessoas, por vezes ou melhor, em certos momentos muito mais do que das suas idéias, e o facto de serem relativamente poucos, concentrados num universo claustrofóbico e perigoso, em que cada um trazia o contributo da sua forma individual de estar e viver, fazia exaltar os sentimentos que nutriam seja pelo Partido seja inevitavelmente uns pelos outros. Embora cada um tivesse o seu fundo teórico, bebido num ambiente colectivo como José Gregório ou elaborado com o contributo de fontes mais heterogéneas, as posições do Partido eram decididas por um núcleo reduzido de pessoas, e este núcleo era inapelável uma vez proferida uma sentença sobre eventos ou pessoas.
Assim, dito isto, refira-se que embora Cunhal por exemplo tenha escrito que um dos erros do Partido e da IC foi o de terem sido assumidas posições como a que acima é citada a respeito de camaradas que o não o mereciam (ver por exemplo &quot;O Partido de Paredes de Vidro&quot; em duas passagens significativas), a verdade é que nenhuma autocrítica oficial foi feita pelo Partido, nem foi feita a reabilitação desses comunistas. Mais: as práticas estalinistas de apagar eventos e personagens passando a ignorá-los como se não existissem, continua a existir no presente.
Será que o PCP vai esperar até ter passado por completo a memória das pessoas? Parecer-se á nisto com o Vaticano e a reabilitação das vítimas da Inquisição?
Abraço
Augusto Mouta]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parece-me que a história do PCP, como as outras organizações comunistas à sua esquerda, é uma história de pessoas, por vezes ou melhor, em certos momentos muito mais do que das suas idéias, e o facto de serem relativamente poucos, concentrados num universo claustrofóbico e perigoso, em que cada um trazia o contributo da sua forma individual de estar e viver, fazia exaltar os sentimentos que nutriam seja pelo Partido seja inevitavelmente uns pelos outros. Embora cada um tivesse o seu fundo teórico, bebido num ambiente colectivo como José Gregório ou elaborado com o contributo de fontes mais heterogéneas, as posições do Partido eram decididas por um núcleo reduzido de pessoas, e este núcleo era inapelável uma vez proferida uma sentença sobre eventos ou pessoas.<br />
Assim, dito isto, refira-se que embora Cunhal por exemplo tenha escrito que um dos erros do Partido e da IC foi o de terem sido assumidas posições como a que acima é citada a respeito de camaradas que o não o mereciam (ver por exemplo &#8220;O Partido de Paredes de Vidro&#8221; em duas passagens significativas), a verdade é que nenhuma autocrítica oficial foi feita pelo Partido, nem foi feita a reabilitação desses comunistas. Mais: as práticas estalinistas de apagar eventos e personagens passando a ignorá-los como se não existissem, continua a existir no presente.<br />
Será que o PCP vai esperar até ter passado por completo a memória das pessoas? Parecer-se á nisto com o Vaticano e a reabilitação das vítimas da Inquisição?<br />
Abraço<br />
Augusto Mouta</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em LANÇAMENTO DO &#8220;UM DIVIDIU-SE EM DOIS&#8221; (22 DE JULHO, LIVRARIA BERTRAND DO CHIADO, 18.30) por amouta</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/07/19/lancamento-do-um-dividiu-se-em-dois-livraria-bertrand-do-chiado-1830/#comment-8566</link>
		<dc:creator><![CDATA[amouta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 18:56:17 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=803#comment-8566</guid>
		<description><![CDATA[Comprei e li este livro na semana passada e parece-me um texto fundamental na compreensão de um período muitíssimo importante na vida do comunismo no Mundo, e em especial em Portugal. 
Refere muitos detalhes desconhecidos ou negligenciados até aqui, e que enquadram de forma clara a evolução e conteúdo da polémica e dos seus actores.
Parece-me que tanto a análise da deriva para a esquerda de FMR e o seu encontro ou convergência com as teses e as críticas dos chineses ao PCUS é muito interessante (embora siga no essencial o que o próprio referiu em entrevistas), como o é também a análise da reacção do PCP, em particular de Cunhal, relativamente às teses de FMR. 
Cunhal parece estar neste processo numa posição muito incómoda. Por um lado, está numa posição &quot;centrista&quot; relativamente à linha direitista e às propostas de FMR, por outro lado parece nunca ter alinhdo completamente com as teses &quot;pacifistas&quot; do PCUS, e em muitos escritos manifestou-se claramente adepto de uma via violenta, armada, no &quot;levantamento&quot; português. De seu próprio punho, escreveu em diversas ocasiões ter sido criticado pelas suas posições consideradas &quot;esquerdistas&quot; pelos partidos da órbita do PCUS. 
Teria adoptado estas posições meramente por razões internas? Não o creio, o seu beneplácito à ARA não deixou de ter consequências sobretudo perante o &quot;verbalismo&quot; dos grupos maoístas. 
O essencial está de facto no conteúdo das teses &quot;frentistas&quot; que o PCP assumiu e que divergiam das patrocinadas pelo PCUS e outros partidos europeus.
Cunhal, o último Estalinista? Talvez o fosse de uma forma mais profunda e interiorizada do que muitos grupos maoístas pretendiam ser. Uma forma amadurecida, reflectida e crítica.
Bom, por mim, nunca me esqueci do meu colega Sérgio Secca (ligado à UEC) no Liceu Alexandre Herculano (Porto) a dizer-me muito sério, em fins de 73 ou em inícios de  74, que &quot; a via pacífica é a mais violenta, porque é a que vai obrigar a burguesia a ceder, num quadro democrático&quot;. Eu não me ria, também levava a discussão a sério e não concordava porque a minha visão estava influenciada pela do PCP(ml) através da linha PESP. 
Mas nessa altura eu tinha 16 anos, ele 17, e nenhum de nós estava a prever nem o 25 de Abril nem o PREC em que Cunhal e o PCP tentaram com toda a coerência levar em frente a linha política amadurecida durante os anos da polémica a que este livro se refere, e traduzida no Rumo à Vitória.
Uma leitura obrigatória.
Abraço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comprei e li este livro na semana passada e parece-me um texto fundamental na compreensão de um período muitíssimo importante na vida do comunismo no Mundo, e em especial em Portugal.<br />
Refere muitos detalhes desconhecidos ou negligenciados até aqui, e que enquadram de forma clara a evolução e conteúdo da polémica e dos seus actores.<br />
Parece-me que tanto a análise da deriva para a esquerda de FMR e o seu encontro ou convergência com as teses e as críticas dos chineses ao PCUS é muito interessante (embora siga no essencial o que o próprio referiu em entrevistas), como o é também a análise da reacção do PCP, em particular de Cunhal, relativamente às teses de FMR.<br />
Cunhal parece estar neste processo numa posição muito incómoda. Por um lado, está numa posição &#8220;centrista&#8221; relativamente à linha direitista e às propostas de FMR, por outro lado parece nunca ter alinhdo completamente com as teses &#8220;pacifistas&#8221; do PCUS, e em muitos escritos manifestou-se claramente adepto de uma via violenta, armada, no &#8220;levantamento&#8221; português. De seu próprio punho, escreveu em diversas ocasiões ter sido criticado pelas suas posições consideradas &#8220;esquerdistas&#8221; pelos partidos da órbita do PCUS.<br />
Teria adoptado estas posições meramente por razões internas? Não o creio, o seu beneplácito à ARA não deixou de ter consequências sobretudo perante o &#8220;verbalismo&#8221; dos grupos maoístas.<br />
O essencial está de facto no conteúdo das teses &#8220;frentistas&#8221; que o PCP assumiu e que divergiam das patrocinadas pelo PCUS e outros partidos europeus.<br />
Cunhal, o último Estalinista? Talvez o fosse de uma forma mais profunda e interiorizada do que muitos grupos maoístas pretendiam ser. Uma forma amadurecida, reflectida e crítica.<br />
Bom, por mim, nunca me esqueci do meu colega Sérgio Secca (ligado à UEC) no Liceu Alexandre Herculano (Porto) a dizer-me muito sério, em fins de 73 ou em inícios de  74, que &#8221; a via pacífica é a mais violenta, porque é a que vai obrigar a burguesia a ceder, num quadro democrático&#8221;. Eu não me ria, também levava a discussão a sério e não concordava porque a minha visão estava influenciada pela do PCP(ml) através da linha PESP.<br />
Mas nessa altura eu tinha 16 anos, ele 17, e nenhum de nós estava a prever nem o 25 de Abril nem o PREC em que Cunhal e o PCP tentaram com toda a coerência levar em frente a linha política amadurecida durante os anos da polémica a que este livro se refere, e traduzida no Rumo à Vitória.<br />
Uma leitura obrigatória.<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em PRESENTE DO PC CHINÊS A UMA DELEGAÇÃO PORTUGUESA por amouta</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/07/18/presente-do-pc-chines-a-uma-delegacao-portuguesa/#comment-8565</link>
		<dc:creator><![CDATA[amouta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 18:25:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=815#comment-8565</guid>
		<description><![CDATA[Muito curioso. Se a grafia da sigla está correcta e se se trata do PC(ML)P, se não me engano o grupo do Bolchevista, é mesmo muito curioso.
A ironia do presente não deve ter escapado aos delegados do Partido visitante, pois os chineses eram críticos relativamente a Estaline e a sua forma de mencionarem os contributos positivos de Estaline não escondia divergências importantes. Aqui na Europa existiam muitos grupos maoístas que liam Estaline de uma forma mais dogmática do que os chineses, pelo que estes podem ter pensado (isto é a brincar, claro), que a colecção de livros de que os chineses se livraram podiam ser melhor apreciada por um grupo ml europeu.
Mas ainda relativamente à sigla, o PCP(ML) também foi recebido na China (não sei já ao certo em que ano, 75, 76?) e fez uma grande campanha propagandística em torno desse evento.
Lembro-me perfeitamente dos cartazes com a fotografia de Eduíno Gomes e Deng Xiao Ping a cumprimentarem-se, a revolta que sentimos pela desfaçatez duns e o cinismo doutros. A constatação de que se equivaliam bem consideradas as diferenças de nível e as distâncias físicas entre eles ainda tardou alguns meses.
Abraço]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito curioso. Se a grafia da sigla está correcta e se se trata do PC(ML)P, se não me engano o grupo do Bolchevista, é mesmo muito curioso.<br />
A ironia do presente não deve ter escapado aos delegados do Partido visitante, pois os chineses eram críticos relativamente a Estaline e a sua forma de mencionarem os contributos positivos de Estaline não escondia divergências importantes. Aqui na Europa existiam muitos grupos maoístas que liam Estaline de uma forma mais dogmática do que os chineses, pelo que estes podem ter pensado (isto é a brincar, claro), que a colecção de livros de que os chineses se livraram podiam ser melhor apreciada por um grupo ml europeu.<br />
Mas ainda relativamente à sigla, o PCP(ML) também foi recebido na China (não sei já ao certo em que ano, 75, 76?) e fez uma grande campanha propagandística em torno desse evento.<br />
Lembro-me perfeitamente dos cartazes com a fotografia de Eduíno Gomes e Deng Xiao Ping a cumprimentarem-se, a revolta que sentimos pela desfaçatez duns e o cinismo doutros. A constatação de que se equivaliam bem consideradas as diferenças de nível e as distâncias físicas entre eles ainda tardou alguns meses.<br />
Abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em EXPOSIÇÃO DOCUMENTAL SOBRE O 25 DE ABRIL EM FAMALICÃO por Manuela Granja</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2007/05/05/exposicao-documental-sobre-o-25-de-abril-em-famalicao/#comment-8557</link>
		<dc:creator><![CDATA[Manuela Granja]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2013 00:04:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os textos desta  exposição são de autoria de Artur Sá da Costa, conforme é mencionado no guião da exposição.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os textos desta  exposição são de autoria de Artur Sá da Costa, conforme é mencionado no guião da exposição.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em CONCLUÍDO O DOCUMENTÁRIO SOBRE A INTERDOM DE IVANOVO por jose luis</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/04/27/concluido-o-documentario-sobre-a-interdom-de-ivanovo/#comment-8461</link>
		<dc:creator><![CDATA[jose luis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2012 13:42:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Quero em primeiro lugar saudar o meu amigo e compatriota Jeremias Ansselmo, por ser tambem um grande amigo que em 1989 partimos juntos no grupo de quatro estudantes para continuar com os estudos na Russia expecificamente no Interdom na Cidade do Ivanovo, chamo-me Jose Luis Tomocene, actualmente me encontro em mozambique, minha patria , resido na cidade da Beira e trabalho na representassao do estado.
Eu godtaria consertesa de participar num forum proprio, visto que os sinco anos que la vivi  me fasem ter muita e boa intervensao sobre o interdo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quero em primeiro lugar saudar o meu amigo e compatriota Jeremias Ansselmo, por ser tambem um grande amigo que em 1989 partimos juntos no grupo de quatro estudantes para continuar com os estudos na Russia expecificamente no Interdom na Cidade do Ivanovo, chamo-me Jose Luis Tomocene, actualmente me encontro em mozambique, minha patria , resido na cidade da Beira e trabalho na representassao do estado.<br />
Eu godtaria consertesa de participar num forum proprio, visto que os sinco anos que la vivi  me fasem ter muita e boa intervensao sobre o interdo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em Irene Pimentel &#8211; NOTAS BIOGRÁFICAS &#8211; ANTÓNIA JOAQUINA MONTEIRO por AnÃ³nimo</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/06/09/irene-pimentel-notas-biograficas-antonia-joaquina-monteiro/#comment-8270</link>
		<dc:creator><![CDATA[AnÃ³nimo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 16:34:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A biografia de Antonia Joaquina Monteiro esta cheia de erros. Foi companheira de Otavio Pato de quem teve dois filhos . E era cunhada de Jose  Gilberto de oliveira.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A biografia de Antonia Joaquina Monteiro esta cheia de erros. Foi companheira de Otavio Pato de quem teve dois filhos . E era cunhada de Jose  Gilberto de oliveira.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em Fernando Vieira de Sá &#8211; JOSÉ BRANCO RODRIGUES (1912-2008) por José Mantas</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2008/10/26/fernando-vieira-de-sa-jose-branco-rodrigues-1912-2008/#comment-8170</link>
		<dc:creator><![CDATA[José Mantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 08:44:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/?p=861#comment-8170</guid>
		<description><![CDATA[Fiquei muito triste com a sua morte que soube há pouco mais de uma semana.

Conheci José Cândido Branco Rodrigues em 1977, quando desinteressadamente, na Casa-Museu Mestre João da Silva, juntamente comigo e com a Sª. Dª. Gabriela Silva, se ofereceu para nos ajudar a filmar e fotografar as obras do Escultor. Possuo esses registos.

Pertenceu à Liga de Amigos da Casa-Museu, foi ele o autor dos Estatutos da Liga, e os da Casa-Museu, os quais, ainda hoje estão religiosamente guardados, manuscritos pela sua mão.

Foi um homem com quem sempre contámos. Era sério, honesto, Amigo do seu Amigo, educado. Como dizia a Gabriela, a porta estava sempre aberta para ele. 

Presto-lhe a minha homenagem, sentida.

José de Quintanilha Mantas

Conservador vitalício da Casa-Museu]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiquei muito triste com a sua morte que soube há pouco mais de uma semana.</p>
<p>Conheci José Cândido Branco Rodrigues em 1977, quando desinteressadamente, na Casa-Museu Mestre João da Silva, juntamente comigo e com a Sª. Dª. Gabriela Silva, se ofereceu para nos ajudar a filmar e fotografar as obras do Escultor. Possuo esses registos.</p>
<p>Pertenceu à Liga de Amigos da Casa-Museu, foi ele o autor dos Estatutos da Liga, e os da Casa-Museu, os quais, ainda hoje estão religiosamente guardados, manuscritos pela sua mão.</p>
<p>Foi um homem com quem sempre contámos. Era sério, honesto, Amigo do seu Amigo, educado. Como dizia a Gabriela, a porta estava sempre aberta para ele. </p>
<p>Presto-lhe a minha homenagem, sentida.</p>
<p>José de Quintanilha Mantas</p>
<p>Conservador vitalício da Casa-Museu</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em Irene Pimentel &#8211; NOTAS BIOGRÁFICAS &#8211; MARIA CLEMENTINA DA CONCEIÇÃO COELHO AMÁLIA por Sílvia</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/06/12/irene-pimentel-notas-biograficas-maria-clementina-da-conceicao-coelho-amalia/#comment-8156</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sílvia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 18:05:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/06/12/irene-pimentel-notas-biograficas-maria-clementina-da-conceicao-coelho-amalia/#comment-8156</guid>
		<description><![CDATA[MARIA CLEMENTINA AMÁLIA nasceu em Setúbal em 12/11/1915 e faleceu em Setúbal em 15/04/2002.  Casou com Salvador Pereira Amália em 20 de Junho de 1937 e enviuvou deste em 01/08/2000.
Acompanhou sempre o marido nas múltiplas actividades político-partidárias.
Trabalhou vários anos na clandestinidade no sector da imprensa do Partido Comunista Português.
Deve ser rectificado o nome de seu marido e companheiro de luta.
Na realidade embora tenha deixado a vida da clandestinidade em 1957/58  foi presa em 1962 por retaliação da PIDE ao tomar conhecimento das tarefas que tinha desenvolvido anteriormente.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>MARIA CLEMENTINA AMÁLIA nasceu em Setúbal em 12/11/1915 e faleceu em Setúbal em 15/04/2002.  Casou com Salvador Pereira Amália em 20 de Junho de 1937 e enviuvou deste em 01/08/2000.<br />
Acompanhou sempre o marido nas múltiplas actividades político-partidárias.<br />
Trabalhou vários anos na clandestinidade no sector da imprensa do Partido Comunista Português.<br />
Deve ser rectificado o nome de seu marido e companheiro de luta.<br />
Na realidade embora tenha deixado a vida da clandestinidade em 1957/58  foi presa em 1962 por retaliação da PIDE ao tomar conhecimento das tarefas que tinha desenvolvido anteriormente.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>ComentÃ¡rio em António Jacinto Pascoal &#8211; ÁLVARO CID: UM HERÓI DISCRETO DE MONFORTE por Tiago Malato</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-8154</link>
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Malato]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2009 20:47:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-8154</guid>
		<description><![CDATA[Apenas para agradecer a Pascoal a capacidade, que desconhece, de me fazer de quando em vez baixar à terra. Dos Homens. Provávelmente não lerá este comentário, distante que vai o momento da publicação deste artigo e do resgate da memória de Álvaro Cid. Tanto me importa. Da mesma maneira lhe deixo este agradecimento no éter. De um amigo que por vezes anda longe mas sabe reconhecer a amizade nos valores maiores daqueles que o tocam.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas para agradecer a Pascoal a capacidade, que desconhece, de me fazer de quando em vez baixar à terra. Dos Homens. Provávelmente não lerá este comentário, distante que vai o momento da publicação deste artigo e do resgate da memória de Álvaro Cid. Tanto me importa. Da mesma maneira lhe deixo este agradecimento no éter. De um amigo que por vezes anda longe mas sabe reconhecer a amizade nos valores maiores daqueles que o tocam.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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