Arquivos para a Categoria ‘Iconografia’

EXPOSIÇÃO DE DESENHO DE ABEL SALAZAR

22/Junho/2006

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No dia 29 de Junho, pelas 22h00, abre no Centro de Exposicões do Centro Cultural de Belem. a exposição "Abel SaIazar 0 Desenhador Compulsivo".

EXPOSIÇÃO “VOZ DO SILÊNCIO” EM LISBOA

8/Junho/2006

VOZ DO SILÊNCIO - PRISÕES POLITICAS PORTUGUESAS

EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA "VOZ DO SILÊNCIO - PRISÕES POLITICAS PORTUGUESAS" de PEDRO MEDEIROS

Na Associação 25 de Abril (R da Misericórdia, 95 - Lisboa)

Entre 2 e 30 de Junho de 2006
de 3ªfeira a Sábado, das 12 às 23 horas, e 2ª feira das 12 às 20 horas. Encerra ao Domingo.

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SELOS SOBRE PERSONALIDADES DA OPOSIÇÃO

16/Maio/2006

Os CTT colocaram à venda uma série de selos sobre personalidades cujo centenário se comemora este ano. Entre elas vultos ligados à oposição portuguesa como Fernando Lopes Graça, Humberto Delgado, Agostinho da Silva, e Rómulo de Carvalho.

“VOZ DO SILÊNCIO” - FOTOGRAFIAS DAS PRISÕES POLÍTICAS

14/Maio/2006

Voz do Silêncio – Prisões Políticas Portuguesas.

Pide Porto

PIDE Porto

Exposição de fotografias  de Pedro Medeiros, com direcção científica de Manuela Cruzeiro, do Centro de Documentação 25 de Abril , até 15 de Maio nas antigas prisões académicas, no edifício da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra.

EX-LIBRIS POLÍTICO DESCONHECIDO

12/Maio/2006

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Um leitor (Abílio de Matos Galinha) enviou-me fotocópias de uma edição do Manifesto Comunista das Edições Moutinho (ver sobre essas edições a nota EDITORAS COMUNISTAS DO PORTO (1930-1) ) que tem na sua posse. No volume encadernado enconatra-se um ex-libris que alguém tentou arrancar. O ex-libris parece ter conteúdo político, com a representação tradicional do "capitalista" de cartola à frente de um cifrão. Alguém saberá a quem pertence e como é o desenho sem o rasgão?

ACTIVIDADES DA OPOSIÇÃO DURANTE A CAMPANHA ELEITORAL DE NOVEMBRO 1957

11/Dezembro/2005

Da esquerda para a direita: x (Mário Sacramento?); Manuel João da Palma Carlos; Câmara Reys; x (”Lília da Fonseca”?); Manuel Sertório.

(Colocada igualmente em ÁLVARO CUNHAL - UMA BIOGRAFIA POLÍTICA)

LIVRO DE PAPEL DE MORTALHA USADO PARA ENVIAR MENSAGENS CLANDESTINAS DA PRISÃO

11/Dezembro/2005

FOTOGRAFIAS (INÉDITAS?) DE FUZILAMENTOS NA GUERRA CIVIL ESPANHOLA 2ª VERSÃO ACTUALIZADA

31/Outubro/2005
Num arquivo que adquiri, oriundo de uma personalidade da oposição portuguesa activa na luta contra Salazar desde os anos trinta, encontra-se uma série de fotografias tiradas durante a guerra civil espanhola. Desconheço se são total ou parcialmente inéditas, pelo menos em Portugal. Todas retratam eventos da guerra civil, material bélico, cenas de violência e morte, fuzilamentos, cadáveres no chão, campos e ruas com mortos.

Algumas estão legendadas à mão em português, como a série que retrata a prisão, interrogatório e fuzilamento de “comunistas” em Llerena, na Estremadura, perto de Badajoz. Sabe-se que Llerena foi tomada pelos nacionalistas em princípios de Agosto de 1936 e que, logo a seguir, houve centenas de fuzilamentos. É provável que estas fotos testemunhem esses fuzilamentos de 5 e 6 de Agosto. Como neste mesmo período de tempo, o jornalista português Mário Neves se encontrava na região e foi uma das raras testemunhas do chamado “massacre de Badajoz”, é provável que estas fotografias tenham sido por ele tiradas ou trazidas.

Depois da publicação, em Março de 2005, da primeira versão desta nota, recebi vários pedidos vindos de Espanha e em particular da região de Llerena, incluindo da Asociación para la Recuperación de la Memoria Histórica de Extremadura, que trabalha na identificação de cadáveres nas fossas comuns encontradas nos últimos anos. Em anexo, publico aqui toda a série de fotografias, quinze no total, com algumas duplicações, esperando ser útil para identificar pessoas e eventos, assim como as legendas originais nalgumas delas.

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FOTOGRAFIAS (INÉDITAS?) DE FUZILAMENTOS NA GUERRA CIVIL ESPANHOLA 2ª VERSÃO ACTUALIZADA

31/Outubro/2005
Num arquivo que adquiri, oriundo de uma personalidade da oposição portuguesa activa na luta contra Salazar desde os anos trinta, encontra-se uma série de fotografias tiradas durante a guerra civil espanhola. Desconheço se são total ou parcialmente inéditas, pelo menos em Portugal. Todas retratam eventos da guerra civil, material bélico, cenas de violência e morte, fuzilamentos, cadáveres no chão, campos e ruas com mortos.

Algumas estão legendadas à mão em português, como a série que retrata a prisão, interrogatório e fuzilamento de “comunistas” em Llerena, na Estremadura, perto de Badajoz. Sabe-se que Llerena foi tomada pelos nacionalistas em princípios de Agosto de 1936 e que, logo a seguir, houve centenas de fuzilamentos. É provável que estas fotos testemunhem esses fuzilamentos de 5 e 6 de Agosto. Como neste mesmo período de tempo, o jornalista português Mário Neves se encontrava na região e foi uma das raras testemunhas do chamado “massacre de Badajoz”, é provável que estas fotografias tenham sido por ele tiradas ou trazidas.

Depois da publicação, em Março de 2005, da primeira versão desta nota, recebi vários pedidos vindos de Espanha e em particular da região de Llerena, incluindo da Asociación para la Recuperación de la Memoria Histórica de Extremadura, que trabalha na identificação de cadáveres nas fossas comuns encontradas nos últimos anos. Em anexo, publico aqui toda a série de fotografias, quinze no total, com algumas duplicações, esperando ser útil para identificar pessoas e eventos, assim como as legendas originais nalgumas delas.

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Júlia Coutinho - JOSÉ DIAS COELHO. A COERÊNCIA DO SER E DO FAZER

15/Julho/2005
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«Não chegou a adquirir fama o nome de José Dias Coelho […] e as histórias da arte, se não forem muito minuciosas, ignorá-lo-ão»

(J-A França, Diário de Lisboa de 04-02-1977)

1 - Um estudo recente sobre a Escultura Portuguesa ligada à escola de Lisboa 1 revela-nos serem os anos quarenta/cinquenta os “menos amados” pelas críticas da época e actual. Alerta-nos para a premência do estudo das motivações que têm ignorado e omitido as obras e os nomes desses escultores e faz eco, ainda, do sentimento de alguns deles, ainda vivos, que dizem não se reconhecer numa historiografia que genericamente os apelida de “estatuários” e os vota ao esquecimento. 2

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