Arquivos para a Categoria ‘Biografias / Vidas’

MATERIAIS PARA A BIOGRAFIA DE ANTÓNIO ANICETO MONTEIRO

27/Abril/2008
fonte: informações de José Carlos Santos

Os materiais do Colóquio António Aniceto Monteiro: Comemorações do centésimo aniversário do seu nascimento (Lisboa, 4 - 5 Junho 2007) serão publicados este ano num número especial do Boletim da Sociedade Portuguesa de Matemática (dirigido por José Carlos Santos) com as actas deste colóquio.

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Artigos disponíveis em linha sobre António Aniceto Monteiro:

Portugaliae Mathematica , Volume - 39, Fascículo - 1-4, 1980

Hugo Ribeiro,Actuação de António Aniceto Monteiro em Lisboa entre 1939 e 1942

Ruy Luís Gomes /Luís Neves Real, António Aniceto Monteiro e o C.E.M. do Porto (1941/1944)

Leopoldo Nachbin, The influence of António A. Ribeiro Monteiro in the development of Mathematics in Brazil

Eduardo L. Ortiz, Professor António Monteiro and contemporary mathematics in Argentina

A. Pereira Gomes, O regresso de António Monteiro a Portugal de 1977 a 1979

Júlia Coutinho, JOÃO ABEL MANTA, O ARTISTA RESISTENTE

23/Abril/2008

«Foram dois indivíduos extremamente importantes para a minha formação mental, o Zé [Dias] Coelho e o João Abel [Manta]; dois líderes naturais (…) um pela consciência política, o outro pela grande cultura»

Rolando Sá Nogueira

Falar de João Abel Manta é recordar uma geração que, no período após a Segunda Guerra, forjou um combate militante ao «Estado Novo» e aprendeu a resistência dos actos, das palavras e do silêncio. Num tempo em que a cultura subvertia e incomodava.

Fixemo-nos em 1945, ano em que finda a Segunda Guerra Mundial e surge o movimento oposicionista MUD - Movimento de Unidade Democrática, o ano lectivo (45-46) em que o futuro arquitecto ingressa na escola de Belas-Artes de Lisboa, no velho casarão de São Francisco onde o jovem de 17 anos vai encontrar um ensino obsoleto e um ambiente asfixiante, que desprezará, mas onde inicia também um ciclo de encontros, partilhas, lutas e emoções que irão consolidar o homem e o cidadão João Abel Manta.

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OUTROS MAIOS DE 1968

12/Abril/2008
fonte: Baltimore Sun, 6/4/2008.

MORTE DE TOM LEWIS, UM DOS “NOVE DE CATONSVILLE”

Tom Lewis 1940-2008

Activist and artist known as one of ‘Catonsville Nine’

Protester was jailed 3 years for part in burning of draft files

(Tom Pelton, Sun reporter)

Forty years ago next month, Tom Lewis and eight other Vietnam War protesters strode into the offices of U.S. Selective Service Board 33 in Catonsville and left a mark on history.

The “Catonsville Nine” emptied file cabinets, hauled 600 draft records into the parking lot and burned them with homemade napalm. Then they prayed and waited to be arrested.

That act of civil disobedience on May 17, 1968, inspired headlines - and more than 200 protests at draft board offices across the country. The tone of Vietnam War protests changed, becoming angrier and more intense as the war dragged on for seven more years.

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COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE JOSÉ GREGÓRIO (1908-2008)

6/Abril/2008

Na sequência desta nota acrescentam-se mais informações sobre as comemorações do centenário do dirigente do PCP José Gregório centradas na sua terra natal da Marinha Grande:

- o PCP publicou um documento foto-biográfico sobre a vida de José Gregório que contém algumas reproduções de materiais inéditos, algumas fotografias de juventude, fotos da sua estadia na Checoslováquia (ver foto) e um original manuscrito de uma saudação do PCP a um Congresso do PC checo. No seu conjunto, o texto avança muito pouco no que já se sabe sobre o papel de Gregório, é omisso em relação a muitos aspectos da sua acção também já conhecidos, e nada nos diz sobre a sua actuação desde 1956, nas “importantes tarefas do Partido nomeadamente no quadro das suas relações internacionais“.

- placa evocativa do centenário na Marinha Grande.

-intervenção de João Dias Coelho, da Comissão Política do PCP, na inauguração da exposição evocativa do centénário do nascimento de José Gregório, no Museu do Vidro da Marinha Grande.

OS MATEMÁTICOS DA OPOSIÇÃO: ANTÓNIO ANICETO MONTEIRO

3/Maio/2007

http://www.cienciahoje.pt/files/17/17066.jpgNo Ciclo MATEMÁTICA na Almedina Atrium Saldanha, organizado por Jorge Nuno Silva e Almedina:

António Aniceto Monteiro - Os matemáticos da geração de 40

4 de Maio, às 19:00 horas

Com os professores Ilda Perez (U. Lisboa), Jorge Rezende (U. Lisboa) e Luís Saraiva (U. Lisboa)


António Aniceto Monteiro, cujo centenário se comemora, foi um dos matemáticos perseguidos pelo Salazarismo. A gloriosa geração de 40 tem muitas histórias para desvendar, tanto em Portugal como nos diversos locais de exílio.

NOVA BIOGRAFIA DE SOEIRO PEREIRA GOMES

22/Março/2007

A Passagem. Uma biografia de Soeiro Pereira Gomes

Uma nova biografia de Soeiro Pereira Gomes de autoria da sua companheira Manuela Câncio Reis, intitulada A Passagem. Uma biografia de Soeiro Pereira Gomes, foi editada pela Caminho. Na contracapa a sobrinha de Soeiro, Isabel Câncio Reis Nunes, escreve:

“Através da ternura das gentes de Alhandra, Joaquim Soeiro Pereira Gomes acompanhou a minha vida de menina. Conheci-o nas ruas e… nas gentes de Alhandra… e conheci as ruas… e as gentes… de Alhandra pelos olhos do tio Joaquim. Manuela leva-nos aqui ao encontro não só de Soeiro, o político, o autor, o humanista mas também de Joaquim, rapaz alegre e brincalhão, o irmão, o amigo, o cunhado… o marido; o Quinzinho de Gestaçô; o Joaquim das guitarradas, dos despiques, das baladas e outras estudantices de Coimbra. Tal como Consuelo Saint-Éxupery, muitos anos depois de o criador de O Pequeno Príncipe ter desaparecido, Manuela Câncio Reis oferece-nos uma jóia da memória - a biografia de um Homem. Estou-lhe grata pelo privilégio de me ter entreaberto a porta da sua intimidade.

Não conheci Soeiro Pereira Gomes, não conheço Soeiro Pereira Gomes. Só conheço o tio Joaquim, o meu primeiro Herói!”


PARA A HISTÓRIA DOS CATÓLICOS NA OPOSIÇÃO

16/Março/2007

A partir da segunda metade da década de sessenta do século XX, uma das fontes da resistência à ditadura foi a nova geração de jovens católicos “progressistas”, que queriam levar à prática a renovação que o Concílio Vaticano II tinha trazido. Desde muito cedo que as preocupações religiosas e eclesiais ficaram submersas pelas ideias políticas circulantes à volta do Maio de 1968, mas o momento inicial da ruptura com o regime ficou sempre marcado pela pertença a um credo confrontado com o mundo. O livro de Joana Lopes Entre as Brumas da Memória editado pela Ambar acrescenta-se a uma série de outras memórias e relatos de percursos de vida, como o de João Bénard da Costa, no retrato dos católicos “progressistas” na luta contra a ditadura. No entanto, estas memórias não se sobrepõem inteiramente, o que torna o relato de Joana Lopes um testemunho original. Enquanto na memorialística de Bénard da Costa, nos livros e ensaios sobre o Tempo e o Modo a editora Moraes, o papel de António Alçada Batista, se relata o percurso de um sector que rapidamente e mais cedo se politiza em organizações que se viriam a revelar mais “moderadas” (o que tem que ser visto com um grão de sal a posteriori, porque o Movimento de Acção Revolucionária a que quase todos pertenceram pretendia-se “revolucionário”) , o livro de Joana Lopes parte mais de dentro do interior da própria Igreja e das suas crises institucionais, na Acção Católica, no Seminário dos Olivais, no abandono das suas funções eclesiais de muitos padres, até chegar a movimentos radicais como a LUAR e o PRP-BR, mais determinados na acção violenta imediata do que o movimentos seus antecessores. Vale a pena lá encontrar a complexidade dos últimos anos da ditadura e a pluralidade da oposição, já bem longe da hegemonia comunista.

HOMENAGEM A JOSÉ DE SOUSA NO MUSEU DA REPÚBLICA E DA RESISTÊNCIA

4/Janeiro/2007

O 40º aniversário da morte de José de Sousa vai ser assinalado com um colóquio nos dias 13 e 20 de Janeiro, dois sábados às 15 horas. No Espaço Cidade Universitária da Biblioteca Museu República e Resistência.

A primeira sessão, no dia 13, contará com intervenções de Edmundo Pedro, Francisco Canais Rocha, Fernando Rosas e Carlos Carvalho (dirigente da CGTP).

A segunda sessão, no dia 20, contará com intervenções de José Hipólito dos Santos, Eugénio Mota, José Pacheco Pereira e Manuel Canaveira de Campos (presidente do Instituto António Sérgio).

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ALFREDO PEREIRA GOMES (1919-2006)

7/Dezembro/2006

Faleceu no dia 29 de Novembro Alfredo Pereira Gomes, matemático, professor, que foi um membro da oposição ao regime ditatorial, quer como militante do PCP, quer depois, fora do PCP, como oposicionista no exílio.

Por ocasião da sua morte foram publicados várias notas biográficas, centradas na sua actividade científica, entre as quais o comunicado de imprensa da Sociedade Portuguesa de Matemática. Muita documentação, correspondência e fotos relativas a Alfredo Pereira Gomes encontra-se no blogue Ruy Luis Gomes de autoria de Jorge Rezende. O Departamento de Matemática da Universidade Federal de Pernambuco tem em linha um facsimile do manuscrito da “Teoria das funções” de Alfredo Pereira Gomes. Uma nota no blogue Nós-sela inclui  fotos de um dos últimos convívios de matemáticos em que participou.

Reproduz-se aqui a nota biográfica publicada na CiênciaHoje:

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CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE FLAUSINO TORRES (1906-1974)

28/Novembro/2006

 

http://photos1.blogger.com/x/blogger/5545/2298/1600/568152/Flausino%20Torres.gif

Por inciativa das Edições Afrontamento e da Câmara Municipal de Tondela será lançado um livro e realizada uma exposição relativa a Flausino Torres, historiador, militante comunista e resistente contra o regime ditatorial. No texto que acompanha estas inciativas faz-se um esboço biográfico de
FLAUSINO TORRES (1906-1974) - Documentos e fragmentos biograficos de um intelectual antifascista

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