Arquivos para a Categoria ‘Bibliografia’

A FRACÇÃO DO EXÉRCITO VERMELHO NA HOLANDA

3/Abril/2008
fonte: Matthias Dahlke: Rezension zu: Pekelder, Jacco: Sympathie voor de RAF. De Rote Armee Fraktion in Nederland, 1970-1980. Amsterdam 2007. In: H-Soz-u-Kult, 07.03.2008, <http://hsozkult.geschichte.hu-berlin.de/rezensionen/2008-1-191>.

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Jacco Pekelder, Sympathie voor de RAF. De Rote Armee Fraktion in Nederland, 1970-1980,

Amsterdam, Mets & Schilt, 2007

Die Niederlande stehen aus der Sicht vieler Deutscher eher für Tulpen, Käse und Fahrräder als für politische Gewalt und Terrorismus. Die deutsch-niederländischen Beziehungen sind beiderseits geprägt von Klischees, die auf ein geringes Maß an Gemeinsamkeiten hinzuweisen scheinen. Jacco Pekelder zeigt überzeugend, dass der „Deutsche Herbst“ und der „Holländische Herbst“ (S. 275), wie er die blutige Festnahme und Haft dreier RAF-Mitglieder in den Niederlanden nennt, eng miteinander verflochten waren. Nicht zuletzt wurde Hanns Martin Schleyer auch einige Zeit in Den Haag versteckt.

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NOVOS LIVROS SOBRE MAIO 1968

3/Abril/2008

Saí no dia 15 de Abril:

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Martin Klimke / Joachim Scharloth, 1968 in Europe: A History of Protest and Activism, 1956-1977 (Palgrave Macmillan Series in Transnational History)

PROJECTO DA “GRANDE EDIÇÃO DE MARX E ENGELS” (GEME)

1/Abril/2008
 fonte: projet GEME

(PNG)Le projet de Grande édition de Marx et d’Engels en français, la GEME, se propose de réaliser le projet jusqu’ici souvent initié mais jamais abouti d’une édition complète des oeuvres des deux auteurs, ainsi que des outils nécessaire au travail scientifique sur leurs écrits (index des concepts, etc). Aujourd’hui, ce travail est notamment rendu possible grâce au projet Marx-Engels Gesamtausgabe (MEGA), qui a publié près de soixante tomes des écrits de Marx et Engels, soit plus de la moitié de l’ensemble prévu.

Cette initiative est conduite en partenariat avec les Éditions sociales, l’association GEME, l’Université de Bourgogne et la Fondation Gabriel Péri.

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NOVOS LIVROS SOBRE OS ANOS SESSENTA NOS EUA

27/Março/2008

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Carl Ogesby, Ravens in the Storm: A Personal History of the 1960s Anti-War Movement 

Harvey Pekar / Paul Bule / Gary Dumm, Students for a Democratic Society: A Graphic History

Ken Kolsbun,  Peace: The Biography of a Symbol

NOVO LIVRO SOBRE GUY DEBORD

27/Março/2008
fonte: Antígona 

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A EDIÇÃO ELECTRÓNICA DO AVANTE!

27/Março/2008

O PCP fez anos e deu um presente ao país: a colocação na Internet da colecção completa do Avante! clandestino. Fez ainda mais: trabalhou a colecção, indexou-a, e procurou tornar visíveis números que eram impressos em papel escuro que os tornavam quase impossíveis de reproduzir. É uma obra colossal de dedicação e esforço, um verdadeiro serviço público, que vamos ficar a dever a um partido político numa altura em que poucos cumprem funções cívicas. A importância do acto é muito relevante para toda a história do século XX que pura e simplesmente não se pode fazer sem o Avante!. E é também um acto com significado político: pela primeira vez, o PCP coloca à disposição de todos um aspecto relevante da sua história sem o censurar de tudo aquilo que entra em choque com a sua “história oficial”. Só existia um precedente, embora imperfeito, na edição do primeiro volume das obras escolhidas de Cunhal. Se o PCP continuar neste caminho, só merece incentivo e apoio.

NOVOS LIVROS SOBRE A OPOSIÇÃO AO ESTADO NOVO

27/Março/2008

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Miguel Cardina. A Tradição da Contestação – Resistência Estudantil em Coimbra no Marcelismo, Coimbra, Angelus Novus, 2008

João Miguel Almeida,A Oposição Católica ao Estado Novo 1958-1974, Edições NelsondeMatos, 2008

Miguel Wager Russell, As Minhas Actividades no Socorro Vermelho Internacional e no Partido
(Depoimentos)
, Colecção Cadernos de História do PCP, 2008

ACTUALIZAÇÕES EM CURSO DA BIBLIOGRAFIA

27/Dezembro/2007

As bibliografias estão a ser actualizadas não só para muitos títulos de 2007, como também para novas entradas anteriores que não estavam referenciadas. Cerca de 100 novas entradas já foram integradas, algumas das quais de textos que se encontram em linha. O processo continuará nos próximos dias. Foi igualmente alterada a estrutura das bibliografias para evitar a divisão das entradas por páginas diferentes, situação facilitada por um novo arranjo gráfico das páginas permanentes.

Depois será actualizada a lista de biografias e o próprio conteúdo do blogue que tem estado inactivo.

OBRAS DE FUNDADORES DO PCP

2/Junho/2007

Alguns dos fundadores do PCP em 1921 foram autores prolíferos de artigos, panfletos, novelas e romances e poemas. Quatro exemplos:

Salvaterra Junior, Canteiro de Violetas. Versos, Porto, 1924

Manuel Ribeiro, A Expiação, Lisboa, Secção Editorial da Batalha, Maio 1921

Edo Metzner, Seditiosa Verba (Aos Académicos Revolucionários), s.l., s.d.

Perfeito de Carvalho, Notas e Comentários, Lisboa, Imprensa Libanio da Silva, 1919

PARA A HISTÓRIA DOS CATÓLICOS NA OPOSIÇÃO

16/Março/2007

A partir da segunda metade da década de sessenta do século XX, uma das fontes da resistência à ditadura foi a nova geração de jovens católicos “progressistas”, que queriam levar à prática a renovação que o Concílio Vaticano II tinha trazido. Desde muito cedo que as preocupações religiosas e eclesiais ficaram submersas pelas ideias políticas circulantes à volta do Maio de 1968, mas o momento inicial da ruptura com o regime ficou sempre marcado pela pertença a um credo confrontado com o mundo. O livro de Joana Lopes Entre as Brumas da Memória editado pela Ambar acrescenta-se a uma série de outras memórias e relatos de percursos de vida, como o de João Bénard da Costa, no retrato dos católicos “progressistas” na luta contra a ditadura. No entanto, estas memórias não se sobrepõem inteiramente, o que torna o relato de Joana Lopes um testemunho original. Enquanto na memorialística de Bénard da Costa, nos livros e ensaios sobre o Tempo e o Modo a editora Moraes, o papel de António Alçada Batista, se relata o percurso de um sector que rapidamente e mais cedo se politiza em organizações que se viriam a revelar mais “moderadas” (o que tem que ser visto com um grão de sal a posteriori, porque o Movimento de Acção Revolucionária a que quase todos pertenceram pretendia-se “revolucionário”) , o livro de Joana Lopes parte mais de dentro do interior da própria Igreja e das suas crises institucionais, na Acção Católica, no Seminário dos Olivais, no abandono das suas funções eclesiais de muitos padres, até chegar a movimentos radicais como a LUAR e o PRP-BR, mais determinados na acção violenta imediata do que o movimentos seus antecessores. Vale a pena lá encontrar a complexidade dos últimos anos da ditadura e a pluralidade da oposição, já bem longe da hegemonia comunista.