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	<title>ComentÃ¡rios em: ADESÃO À UNIÃO NACIONAL DE JOSÉ CARLOS RATES</title>
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	<description>OS MOVIMENTOS RADICAIS DA ESQUERDA E A OPOSIÇÃO AO ESTADO NOVO</description>
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		<title>Por: pedro freire almeida</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/08/17/adesao-a-uniao-nacional-de-jose-carlos-rates/#comment-659</link>
		<dc:creator>pedro freire almeida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2006 13:42:18 +0000</pubDate>
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		<description>Aceitando como bom que a adesão prendia-se com motivos de genuina boa-fé, coisa não tão rara e com resultados muitas vezes dramáticos, impressiona o &quot;compromisso&quot; de principios que se pretende estabelecer. Ou talvez não, se atendermos ao ano (1931) e ao anacronismo da nossa avaliação dum regime que ainda estava nos primeiros anos duma vida de quase meio século de existência. 

Das críticas ao regime republicano destaco uma, a meu ver curiosa: a de desinvestir no combate ao analfabetismo para investir na formação universitária (&quot;...não correspondendo esse desenvolvimento ao das actividades nacionais&quot;), retomando mais adiante a ideia das &quot;faculdades operárias&quot;, que com outros nomes tenho conhecimento terem existido na República, ministrando desde cursos de Esperanto ao ensino de artes e ofícios da época.

Fico curioso de saber como se desenrrolou a vida de JCR posteriormente.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aceitando como bom que a adesão prendia-se com motivos de genuina boa-fé, coisa não tão rara e com resultados muitas vezes dramáticos, impressiona o &#8220;compromisso&#8221; de principios que se pretende estabelecer. Ou talvez não, se atendermos ao ano (1931) e ao anacronismo da nossa avaliação dum regime que ainda estava nos primeiros anos duma vida de quase meio século de existência. </p>
<p>Das críticas ao regime republicano destaco uma, a meu ver curiosa: a de desinvestir no combate ao analfabetismo para investir na formação universitária (&#8220;&#8230;não correspondendo esse desenvolvimento ao das actividades nacionais&#8221;), retomando mais adiante a ideia das &#8220;faculdades operárias&#8221;, que com outros nomes tenho conhecimento terem existido na República, ministrando desde cursos de Esperanto ao ensino de artes e ofícios da época.</p>
<p>Fico curioso de saber como se desenrrolou a vida de JCR posteriormente.</p>
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		<title>Por: Pinto de Sá</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2006/08/17/adesao-a-uniao-nacional-de-jose-carlos-rates/#comment-656</link>
		<dc:creator>Pinto de Sá</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2006 23:25:41 +0000</pubDate>
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		<description>Quando há uns 35 anos soube desta adesão do Rates ao Estado Novo, lembro-me da perplexidade com que registei o argumento dele de que nessa transição mantinha a sua coerência de oposição à democracia!
Depois fui notando que o mesmo se passara com a ascensão do nazismo, em que muitos jovens comunistas também aderiram ao nacional-socialismo, coisa tão &quot;natural&quot; que foi o que permitiu a ascensão no partido nazi de Sorge, o espião soviético cujas informações foram vitais para a contra-ofensiva russa de Inverno em 1941.
Mais tarde ainda vim a saber que também em Espanha a Falange deu refúgio a muitos comunistas que assim salvaram a vida na zona franquista.
As semelhanças que todos esses jovens viam nos dois tipos de extemismo são óbvias!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando há uns 35 anos soube desta adesão do Rates ao Estado Novo, lembro-me da perplexidade com que registei o argumento dele de que nessa transição mantinha a sua coerência de oposição à democracia!<br />
Depois fui notando que o mesmo se passara com a ascensão do nazismo, em que muitos jovens comunistas também aderiram ao nacional-socialismo, coisa tão &#8220;natural&#8221; que foi o que permitiu a ascensão no partido nazi de Sorge, o espião soviético cujas informações foram vitais para a contra-ofensiva russa de Inverno em 1941.<br />
Mais tarde ainda vim a saber que também em Espanha a Falange deu refúgio a muitos comunistas que assim salvaram a vida na zona franquista.<br />
As semelhanças que todos esses jovens viam nos dois tipos de extemismo são óbvias!</p>
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