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	<title>ComentÃ¡rios a: António Jacinto Pascoal - ÁLVARO CID: UM HERÓI DISCRETO DE MONFORTE </title>
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	<description>OS MOVIMENTOS RADICAIS DA ESQUERDA E A OPOSIÇÃO AO ESTADO NOVO</description>
	<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 16:39:39 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Ricardo Vaquinhas</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-289</link>
		<dc:creator>Ricardo Vaquinhas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jan 2006 16:00:19 +0000</pubDate>
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		<description>Se alguem tiver mais informação sobre a "casa vaquinhas" ou Francisco José Vaquinhas, por favor contacte-me por email : ricardo.vaquinhas@gmail.com .
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		<content:encoded><![CDATA[<p>Se alguem tiver mais informação sobre a &#8220;casa vaquinhas&#8221; ou Francisco José Vaquinhas, por favor contacte-me por email : <a href="mailto:ricardo.vaquinhas@gmail.com">ricardo.vaquinhas@gmail.com</a> .</p>
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		<title>Por: sabino dias</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-288</link>
		<dc:creator>sabino dias</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2005 14:17:49 +0000</pubDate>
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		<description>Tive o prazer de conhecer, ainda que por pouco tempo, esse adimrável homem que foi Álvaro Cid.
Foi ele que me "incitou" a integrar a Comissão Administrativa da Junta de Freguesia de Santo Aleixo, sendo ele o Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Monforte.
Era um homem de fortes convicções, um lutador, um amigo.
Sem abdicar dos seus ideais, a todos sabia houvir, para todos tinha uma palavra de esperança...
Muito com ele aprendi, visto que na altura sómente tinha 20 anos.
Sempre hei-de recordar aquele homem, um tanto franzino, um farto bigode e sempre com a sua "bengalinha".
Obrigado António Pascol por esta homenagem a um HOMEM que Monforte tem esquecido.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tive o prazer de conhecer, ainda que por pouco tempo, esse adimrável homem que foi Álvaro Cid.<br />
Foi ele que me &#8220;incitou&#8221; a integrar a Comissão Administrativa da Junta de Freguesia de Santo Aleixo, sendo ele o Presidente da Comissão Administrativa da Câmara Municipal de Monforte.<br />
Era um homem de fortes convicções, um lutador, um amigo.<br />
Sem abdicar dos seus ideais, a todos sabia houvir, para todos tinha uma palavra de esperança&#8230;<br />
Muito com ele aprendi, visto que na altura sómente tinha 20 anos.<br />
Sempre hei-de recordar aquele homem, um tanto franzino, um farto bigode e sempre com a sua &#8220;bengalinha&#8221;.<br />
Obrigado António Pascol por esta homenagem a um HOMEM que Monforte tem esquecido.</p>
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		<title>Por: Sertorius</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-287</link>
		<dc:creator>Sertorius</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2005 18:14:53 +0000</pubDate>
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		<description>Desconhecia este alentejano de fibra!
Foram heróis discretos como ÁLVARO CID que fizeram a diferença, ao esprimir os seus ideais democráticos sem medo dos fascínoras fascistas.

Parabéns pelo artigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desconhecia este alentejano de fibra!<br />
Foram heróis discretos como ÁLVARO CID que fizeram a diferença, ao esprimir os seus ideais democráticos sem medo dos fascínoras fascistas.</p>
<p>Parabéns pelo artigo.</p>
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	<item>
		<title>Por: sandra cid</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-286</link>
		<dc:creator>sandra cid</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2005 19:34:27 +0000</pubDate>
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		<description>Curioso o cognome aqui tão condignamente atribuído: «herói discreto». Álvaro Cid foi precisamente isso para mim ao longo de toda a minha vida. Sem o conhecer, esteve sempre comigo.
Desde criança que oiço histórias da sua bravura invulgar, episódios de grande audácia e perseverança que lhe trouxeram, invariavelmente, pesadas dores. Dores físicas e da alma, sendo estas últimas, acredito, as mais difíceis de suportar. 
Mais que um antifascista, mais que um membro da oposição política, Álvaro Cid, meu avô, foi um lutador pelos direitos humanos, recusou conivência com a injustiça, sendo incapaz de se manter indiferente à arbitrariedade cruel do regime político então vigente. Poderia ter-se subjugado à força ameaçadora do governo e seus tentáculos, mas não o fez. Tinha consciência das consequências nefastas, para si e sua família, mas, ainda assim, imperou o seu sentido de dever, ou mesmo necessidade,de participar na demanda dos direitos do povo português.
Por tudo isto é grande o meu orgulho em o ter como avô, Álvaro Cid.
Nasci em 1976, dias antes da sua morte. Não me pôde conhecer, mas eu conheci-o, o que só posso agradecer ao meu pai, que ao longo destes anos fez questão de pintar um retrato vivo de seu pai, permitindo-me obter os seus ensinamentos , apesar do desencontro físico. 
E,agora, agradeço-lhe a si, caro António Jacinto Pascoal, por esta lembrança, que resultou num belíssimo texto biográfico e literário, o qual concedeu ainda um momento de emoção e comoção aos familiares. Veio, sem dúvida, contribuir para a história de um país, em particular de Monforte, ao avivar a memória de um homem raro como Álvaro Cid. 
Em meu nome e de meu pai, Manuel Cid, bem haja!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Curioso o cognome aqui tão condignamente atribuído: «herói discreto». Álvaro Cid foi precisamente isso para mim ao longo de toda a minha vida. Sem o conhecer, esteve sempre comigo.<br />
Desde criança que oiço histórias da sua bravura invulgar, episódios de grande audácia e perseverança que lhe trouxeram, invariavelmente, pesadas dores. Dores físicas e da alma, sendo estas últimas, acredito, as mais difíceis de suportar.<br />
Mais que um antifascista, mais que um membro da oposição política, Álvaro Cid, meu avô, foi um lutador pelos direitos humanos, recusou conivência com a injustiça, sendo incapaz de se manter indiferente à arbitrariedade cruel do regime político então vigente. Poderia ter-se subjugado à força ameaçadora do governo e seus tentáculos, mas não o fez. Tinha consciência das consequências nefastas, para si e sua família, mas, ainda assim, imperou o seu sentido de dever, ou mesmo necessidade,de participar na demanda dos direitos do povo português.<br />
Por tudo isto é grande o meu orgulho em o ter como avô, Álvaro Cid.<br />
Nasci em 1976, dias antes da sua morte. Não me pôde conhecer, mas eu conheci-o, o que só posso agradecer ao meu pai, que ao longo destes anos fez questão de pintar um retrato vivo de seu pai, permitindo-me obter os seus ensinamentos , apesar do desencontro físico.<br />
E,agora, agradeço-lhe a si, caro António Jacinto Pascoal, por esta lembrança, que resultou num belíssimo texto biográfico e literário, o qual concedeu ainda um momento de emoção e comoção aos familiares. Veio, sem dúvida, contribuir para a história de um país, em particular de Monforte, ao avivar a memória de um homem raro como Álvaro Cid.<br />
Em meu nome e de meu pai, Manuel Cid, bem haja!</p>
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		<title>Por: António Jacinto Pascoal</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-285</link>
		<dc:creator>António Jacinto Pascoal</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Aug 2005 18:37:02 +0000</pubDate>
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		<description>Agradeço a afixação. Para muitas pessoas de Monforte está a ser uma novidade, mas também um reconhecimento de uma personalidade ímpar. Sabemos também da tentativa rápida de silenciar este nome, através de difamações, que nos fazem recordar os tempos em que se imputava a alguns comunistas o modo da «matança da Páscoa». Calúnias de quem sempre esteve ao lado do poder e nunca recuperou de se ver afastado (por momentos) dele. Curiosamente, noutro contexto, acabo de ler que no Cadaval se recorda o 17 de Julho de 1975, quando o Centro de Trabalho do PCP foi incendiado e destruído. Resta saber onde estava esse papão do «comunismo»...
A neta de Cid deverá trazer um bom contributo, mesmo que emotivo, como de resto já o fez noutro local, para minha surpresa. 
Congratulo-me com a «abertura» de JPP e a sua incansável disponibilidade para plasmar a História.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Agradeço a afixação. Para muitas pessoas de Monforte está a ser uma novidade, mas também um reconhecimento de uma personalidade ímpar. Sabemos também da tentativa rápida de silenciar este nome, através de difamações, que nos fazem recordar os tempos em que se imputava a alguns comunistas o modo da «matança da Páscoa». Calúnias de quem sempre esteve ao lado do poder e nunca recuperou de se ver afastado (por momentos) dele. Curiosamente, noutro contexto, acabo de ler que no Cadaval se recorda o 17 de Julho de 1975, quando o Centro de Trabalho do PCP foi incendiado e destruído. Resta saber onde estava esse papão do «comunismo»&#8230;<br />
A neta de Cid deverá trazer um bom contributo, mesmo que emotivo, como de resto já o fez noutro local, para minha surpresa.<br />
Congratulo-me com a «abertura» de JPP e a sua incansável disponibilidade para plasmar a História.</p>
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	<item>
		<title>Por: DiO</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-284</link>
		<dc:creator>DiO</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2005 21:22:09 +0000</pubDate>
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		<description>O Comércio do Porto ainda vive.
Leiam-nos em:
ocomerciodoporto.blogspot.com</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O Comércio do Porto ainda vive.<br />
Leiam-nos em:<br />
ocomerciodoporto.blogspot.com</p>
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		<title>Por: João Santos</title>
		<link>http://estudossobrecomunismo2.wordpress.com/2005/07/30/antonio-jacinto-pascoal-alvaro-cid-um-heroi-discreto-de-monforte/#comment-283</link>
		<dc:creator>João Santos</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Jul 2005 20:08:56 +0000</pubDate>
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		<description>De acordo; e a História aqui tão perto.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo; e a História aqui tão perto.</p>
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